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sexta-feira, 4 de maio de 2012

PERDÃO NA FAMÍLIA - Ministério Casais Amo Você



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  • PERDÃO NA FAMÍLIA

  • Pronto. Acabei tudo com ela.
  • Não foi uma noite. Mas dez anos, de luta, frustração, aferroado de ira vivida dia a dia.
  • Aquele marido iria dar um basta.
  • No começo foi tudo tão bonito. A proximidade do namoro, o interesse mútuo, a alegria com o nascimento do primeiro filho.
  • Então chegou o dia em que ela não quis falar, surgiu uma camada impermeável, uma distância invencível.
  • Estavam juntos em casa, mas a existência vazia. Só irritação, desprezo, e falta de perdão, um clima denso de hostilidade.
  • "É claro que vou perdoar-lhe, mas antes o outro vai pagar um pouco o erro cometido, ainda não é o momento". Assim ambos pensavam, e o silêncio e apatia surgiram, se estendendo por dias, semanas e meses.
  • Esta situação é mais comum do que pensamos. Maridos e esposas tem por vezes a convicção de que a pessoa que se comportou mal tem de pagar por seus erros.
  • A forma como são cobrados tais erros tornam a segunda situação pior que a primeira.
  • E os filhos ficam assistindo passivos, sofrendo com as atitudes mútuas das duas pessoas que eles mais amam e que deveriam se amar.
  • O mesmo ocorre quando as relações entre muitos pais e filhos são abaladas. Ficam silenciosos desprezando uns aos outros.
  • Aquele lugar onde o perdão precisa ser mais praticado, torna-se num campo de batalha, onde palavras que nunca deveriam ser ditas e atitudes e ações nocivas, que jamais poderiam ocorrer, marcam o cotidiano de milhares de famílias.
  • O que fazer?
  • O primeiro passo é reconhecer que onde existem duas ou mais pessoas, como é o caso de uma família, fatalmente os conflitos surgirão.
  • Temos uma experiência de vida diferente uns dos outros e nos unimos todos debaixo do mesmo teto, ocorrendo cotidianamente escolhas próprias conforme o gosto pessoal e a maneira de ver as coisas.
  • O passo seguinte então é descartar o mito que os casamentos e consequentemente as famílias felizes não têm conflitos e disputas de opinião.
  • Tomemos alguns exemplos:
  • - Marido e esposa no supermercado escolhem um mesmo produto, mas de marcas e preços diferentes.
  • - O marido quer assistir ao futebol, a esposa quer ver um filme e os filhos querem assistir desenhos animados, ou brincar lá fora com os pais.
  • A esposa quer sair para passear, já o esposo prefere ficar em casa, pois
  • ficou fora a semana toda.
  • Assim poderíamos citar centenas de situações, que agora nos parecem muito simples, mas que no momento podem gerar tensões que tiram a paz e a alegria do convívio familiar.

  • Quem perdoa não valoriza a ofensa, mas o outro.
  • Quem perdoa não senta no túmulo das lembranças desagradáveis.
  • Quem perdoa aceita outro como ele é, embora não concorde com suas atitudes negativas.
  • Ninguém é tão mal que Deus não o ame.
  • Ninguém está excluído do perdão de Deus, a menos que se exclua.
  • Todos temos valor, pois Jesus morreu por nós.
  • Se você deixa de dar o perdão até que o ofensor o mereça, nada feito. Isso não é perdão.
  • Perdoe imediatamente.
  • Ore a Deus e perdoe quando sentir a primeira mágoa, antes que seja dominado pela amargura.
  • O tempo passa rápido, não desperdice com amargura, custa menos perdoar do que manter viva a mágoa.
  • Não espere o outro lhe pedir perdão, faça como Deus, ofereça.
  • O perdão é uma experiência contínua, diária, constante, enquanto existir imperfeição precisamos perdoar e ser perdoados.
  • O que passou, passou ao passado nada pode mudá-lo, porém o seu significado pode ser mudado.
  • Perdoe e seja feliz.

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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Salmos 119


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O salmo 119 é conhecido por ser o maior capitulo da Bíblia e, portanto, o maior Salmo. Ele, além de ser bem comprido – 176 versículos – possui uma peculiaridade que é a sua divisão. Todo ele é dividido em pequenos grupos de 8 versículos nomeados por uma letra do alfabeto hebraico, totalizando 22 divisões – o número de letras do alfabeto hebraico. Este salmo é ideal para quem quer se iniciar na língua hebraica, podendo começar a estudar o alfabeto por este salmo.

O assunto principal dele é sobre a lei de Deus. Neste Salmo aprendemos que o que nos deixa sábios e santificados é a palavra de Deus. Ao longo dos versos vemos como o salmista amava os mandamentos do Senhor e como ele encontrava a força e a sabedoria necessária para sua vida através das escrituras. Ler este salmo nos causa constrangimento, pois vemos alguém que meditava dia e noite nos mandamentos de Deus e os tinha como  fundamentos no seu coração, os quais seguia com zelo. 

Gostaria de deixar registrados alguns versos que se destacaram para mim e estarei comentando mais a frente: 
Salmos 119:67  Antes de ser afligido, eu me extraviava; mas agora guardo a tua palavra. 

Salmos 119:71  Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os teus estatutos. 

Salmos 119:75  Bem sei eu, ó Senhor, que os teus juízos são retos, e que em tua fidelidade me afligiste. 

Salmos 119:94  Sou teu, salva-me; pois tenho buscado os teus preceitos. 

Salmos 119:98-100  O teu mandamento me faz mais sábio do que meus inimigos, pois está sempre comigo. Tenho mais entendimento do que todos os meus mestres, porque os teus testemunhos são a minha meditação. Sou mais entendido do que os velhos, porque tenho guardado os teus preceitos. 

Salmos 119:116  Ampara-me conforme a tua palavra, para que eu viva; e não permitas que eu seja envergonhado na minha esperança. 

Salmos 119:120  Arrepia-se-me a carne com temor de ti, e tenho medo dos teus juízos. 

Salmos 119:123  Os meus olhos desfalecem à espera da tua salvação e da promessa da tua justiça. 

Salmos 119:140  A tua palavra é fiel a toda prova, por isso o teu servo a ama. 

Salmos 119:163-165  Odeio e abomino a falsidade; amo, porém, a tua lei. Sete vezes no dia te louvo pelas tuas justas ordenanças.  Muita paz têm os que amam a tua lei, e não há nada que os faça tropeçar. 

domingo, 29 de abril de 2012

Cura, fé, oração intercessória

Irmaos(as) oremos em favor de uma crianca chamada Maria Eduarda, para que seja curada de uma bactéria no sangue.
O que a Bíblia diz sobre a cura? A cura faz parte da expiação de Cristo?
Isaías 53:5, que é citado novamente em 1 Pedro 2:24, é um versículo chave sobre a cura que é comumente entendido e aplicado de forma errônea. “Mas Ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas Suas pisaduras fomos sarados” (Isaías 53:5). A palavra traduzida como “sarados” pode significar tanto cura espiritual quanto física. No entanto, os contextos de Isaías 53 e 1 Pedro 2 tornam claro que se está falando de cura espiritual. 1 Pedro 2:24 diz: “carregando Ele mesmo em Seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados”. O versículo está falando sobre pecado e justiça, não doença e enfermidade. Portanto, ser “sarado” significa ser perdoado e salvo, e não ser fisicamente curado.

A Bíblia não liga especificamente a cura física com a cura espiritual. Muitas vezes as pessoas são curadas fisicamente quando elas põem sua fé em Cristo – mas não é sempre o caso. Às vezes é a vontade de Deus curar, outras vezes não. O apóstolo João nos dá uma perspectiva apropriada: “E esta é a confiança que temos para com Ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve. E, se sabemos que Ele nos ouve quanto ao que lhe pedimos, estamos certos de que obtemos os pedidos que lhe temos feito” (1 João 5:14-15). Deus ainda realiza milagres. Deus ainda cura as pessoas. Doenças, enfermidades, dor e a morte ainda são realidades deste mundo. 


"O que é oração intercessória?"

Resposta: 
Oração intercesória é a ação de orar por outras pessoas. O papel de mediador em oração era prevalente no Velho Testamento (ex: Abraão, Moisés, Davi, Samuel, Ezequias, Elias, Jeremias, Ezequiel e Daniel). No entanto, Cristo é retratado no Novo Testamento como o intercessor supremo; e por causa disso toda oração Cristã se torna intercessão, já que é oferecida a Deus através de Jesus Cristo. Jesus acabou com a distância que existia entre nós e Deus quando Ele morreu na cruz. Ele foi o mais importante mediador (intercessor) que já existiu. Por causa disso podemos agora interceder em oração a favor de outros Cristãos, ou pelos perdidos, pedindo a Deus que lhes conceda arrependimento de acordo com Sua vontade. "Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem" (1 Timóteo 2:5). "Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós" (Romanos 8:34).

Um modelo maravilhoso de oração intercessória é encontrado em Daniel 9, onde Daniel orou pelo seu povo, o qual tinha abandonado a Deus. Sua oração contém todos os elementos de oração intercessória verdadeira. É em resposta à Palavra de Deus (v. 2); caracterizada por fervor (v.3) e auto-recusa (v.4); identificou-se humildemente com o povo de Deus (v.5); foi fortificada através de confissão (v.5-15); era dependente do caráter de Deus (v. 4,7,9,15); e tinha como objetivo principal a glória de Deus (v.16-19). Como Daniel, os Cristãos devem se aproximar de Deus em oração a favor de outras pessoas com uma postura triste pelo pecado e com arrependimento, reconhecendo nossa indignidade e com uma atitude de auto-recusa. Daniel não ora dizendo: "Eu tenho o direito de exigir isso de você, Deus, porque sou um de seus intercessores especiais e escolhidos". Ele se aproxima de Deus e diz: "Sou um pecador", o que na verdade quer dizer: "não tenho o direito de exigir nada". Oração intercessória verdadeira procura não só conhecer a vontade de Deus e vê-la realizada, mas vê-la realizada quer nos beneficie ou não, qualquer que seja o custo. Esse tipo de oração procura dar glória a Deus, não a nós mesmos.

A seguir encontre uma lista parcial daqueles por quem devemos oferecer orações intercessórias: todos em autoridade (1 Timóteo 2:2); pastores (Filipenses 1:19); a Igreja (Salmos 122:6); amigos (Jó 42:8); os que não são salvos (Romanos 10:1); os doentes (Tiago 5:14); inimigos (Jeremias 29:7); aqueles que nos perseguem (Mateus 5:44); aqueles que nos abandonam (2 Timóteo 4:16); e todos os homens (1 Timóteo 2:1). 
A Bíblia deixa bem claro que todos os Cristãos são chamados para serem intercessores. Todos os Cristãos têm o Espírito Santo em seus corações e, da mesma forma como Ele intercede por nós de acordo com a vontade de Deus (Romanos 8:26-27), devemos interceder uns pelos outros. 
“Quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o SENHOR, deixando de orar por vós...” (1 Samuel 12:23).
Que privilégio tão maravilhoso e importante temos em poder nos aproximar corajosamente do trono do Deus Onipotente com nossas orações e súplicas. Louvemos a Deus por Sua misericórdia e amor tão incríveis!

sábado, 28 de abril de 2012

Texto escolhido do dia: O Perdão de Deus é Real?

O Perdão de Deus é Real?
Por isso, o reino dos céus é semelhante a um rei que resolveu ajustar contas com os seus servos.
24  E, passando a fazê-lo, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos.
25  Não tendo ele, porém, com que pagar, ordenou o senhor que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo quanto possuía e que a dívida fosse paga.
26  Então, o servo, prostrando-se reverente, rogou: Sê paciente comigo, e tudo te pagarei.
27  E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida.
28  Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem denários; e, agarrando-o, o sufocava, dizendo: Paga-me o que me deves.
29  Então, o seu conservo, caindo-lhe aos pés, lhe implorava: Sê paciente comigo, e te pagarei.
30  Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida.
31  Vendo os seus companheiros o que se havia passado, entristeceram-se muito e foram relatar ao seu senhor tudo que acontecera.
32  Então, o seu senhor, chamando-o, lhe disse: Servo malvado, perdoei-te aquela dívida toda porque me suplicaste;
33  não devias tu, igualmente, compadecer-te do teu conservo, como também eu me compadeci de ti?
34  E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que lhe pagasse toda a dívida.
35  Assim também meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão.
(Mateus 18:23-35)
Nesta parábola de Jesus tiramos uma das lições mais belas da Bíblia, é onde Jesus nos mostra o caráter de Deus, como ele age conosco em relação aos nossos erros, e no segundo momento, como o homem se esquece rápido de quem ele é, e quer, sem ter direito nenhum, se tornar juiz de alguém que esta, até mesmo numa posição nem tão complicada quanto aquele que o tenta julgar.
O rei que resolve ajustar contas com seus servos, representa o Senhor, dono de tudo e de todos, o qual deve ser adorado, pois é o único digno de honra, glória e louvor. Ele usa de sua justiça, não para destruir os homens, mas para mostrar que, se fosse baseado no que merecemos, com certeza nem esse planeta onde vivemos hoje existiria, pois como diz a escritura: obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração, os quais, tendo-se tornado insensíveis, se entregaram à dissolução para, com avidez, cometerem toda sorte de impureza (Ef 4:18-19). Esses, somos eu e você, quando tentamos convencer Deus que Ele deve nos abençoar por merecimento, quando não aceitamos que recebemos da vida de Deus pela graça, pelo sacrifício de Jesus na cruz.
Então, nesse momento eis aí o tamanho da nossa dívida: Dez mil talentos. Um talento era a mais alta unidade monetária da moeda corrente da época de Jesus, e era equivalente a seis mil denários ou dracmas. Uma tal soma de dinheiro era praticamente incontável e ilustra a enorme dívida do pecado que todos temos incorrido diante de Deus. O Senhor deste servo teria todo o direito de ordenar que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo quanto possuía e que a dívida fosse paga. Mas como Deus é maravilhoso e não julga segundo o conceito dos homens, ele perdoou essa enorme dívida que, para qualquer um de nós, seria impossível pagar. Por isso eu sempre digo que Deus é maravilhoso, Jesus disse: Se alguém ouvir as minhas palavras e não as guardar, eu não o julgo; porque eu não vim para julgar o mundo, e sim para salvá-lo (João 12:47), mesmo tendo poder para isso Ele prefere nos perdoar, quando nos apresentamos diante Dele com espírito quebrantado e coração contrito, a esse Deus não despreza (Salmo 51:17).
Vejamos agora como é que agimos, quando nos encontramos numa posição parecida com a de Deus, o que nós, baseados na sabedoria humana temos a tendência a fazer. É importe repetir as palavras que um homem de Deus ministrou na abertura de um culto na Igreja do Evangelho Quadrangular: Primeiro Deus fala com o pregador, ele trabalha no caráter no pregador, para depois trabalhar no caráter da igreja.
Vamos à definição de Denário: O denário romano era o salário de um dia para o trabalhador e era equivalente à dracma grega. A soma devida pelo segundo servo ao primeiro nada é, quando comparada a dívida do primeiro servo para com o Rei, e era menos que uma parte numa centena de milhares.
Cabe a nós perdoarmos, quantas vezes nos esquecemos do tamanho do maravilhoso perdão de Deus, e quando chega a nossa vez de perdoar um irmão, um amigo, um colega, fechamos nosso coração e achamos que temos o direito de negar-lhe nossa boa vontade. Por isso digo o que sempre ouvi de homens ungidos por Deus, que não adianta trabalhar, estudar, se aperfeiçoar em coisas baseadas na sabedoria de homens. Por mais profundo que seja a aparência desse conhecimento, não é nada comparado à Palavra revelada do Senhor em nosso coração.
Nessa parábola de Jesus o débito que o segundo servo tinha com o primeiro, era simplesmente uma questão de tempo para ser paga, a soma de dinheiro, com o trabalho dele com certeza seria capaz de pagar, diferente da situação do primeiro servo com o Rei, o qual tinha uma dívida impossível de ser paga. Quando perdoamos nosso próximo, estamos lhe dando a chance de se retratar, e provavelmente, logo ali na frente essa mesma pessoa poderá ter uma oportunidade de se retratar e nos recompensar pelo mal que causou anteriormente.
Quem entre vós é sábio e inteligente? Mostre em mansidão de sabedoria, mediante condigno proceder, as suas obras.
14  Se, pelo contrário, tendes em vosso coração inveja amargurada e sentimento faccioso, nem vos glorieis disso, nem mintais contra a verdade.
15  Esta não é a sabedoria que desce lá do alto; antes, é terrena, animal e demoníaca.
16  Pois, onde há inveja e sentimento faccioso, aí há confusão e toda espécie de coisas ruins.
17  A sabedoria, porém, lá do alto é, primeiramente, pura; depois, pacífica, indulgente, tratável, plena de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimento.
18  Ora, é em paz que se semeia o fruto da justiça, para os que promovem a paz.
(Tiago 3:13-18)
Minha oração é para que nós possamos nos humilhar diante de Deus, para aprender com Ele, como devemos proceder, para que ao vivermos a nossa vida, estejamos firmados na rocha e não em regras estabelecidas pela sociedade, que até hoje não foram capazes de resolver nada.
Ministério Salmo 40
Esperei confiantemente pelo Senhor; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro. Tirou-me de um poço de perdição, de um tremedal de lama; colocou-me os pés sobre uma rocha e me firmou os passos. E me pôs nos lábios um novo cântico, um hino de louvor ao nosso Deus; muitos verão essas coisas, temerão e confiarão no Senhor.
(Salmo 40:1-3)
"As opiniões ditas pelos colunistas são de inteira e única responsabilidade dos mesmos, as mesmas não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores."

Por  

Por Salmo40 em 24 de abril de 2012 
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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Em meio a perseguicao vem a vitória de Deus!


Oi irmaos e irmas, hoje eu estava pensando o que postar? Nao gosto muito de digitar mensagens pois busco compartilhar o que pessoas usadas por Deus escrevem e que me ajudou, pois senti a voz de Deus através destas é muito melhor do que pensar que meu blog está servindo de alimento pra os fofoqueiros ou especuladores, ou pra pessoas invejosas que só desejam a desgraca dos outros. 

Como todo mundo já deve saber estou em um país estrangeiro, totalmente fora da minha realidade, e eu vivia no meio dos crentes e servos de Deus desde que me converti, dedico minha vida principalmente a Deus, mas aqui ainda é um choque, um exercício de paciência, pois nao tem nenhuma igreja ao alcance e faco culto sozinha e Deus todos os dias em casa, ouco os pastores e estudos, e cultos da RIT, e tbm www.vivos.com.br, pois é gente um grande problema pra mim é que as pessoas simplesmente nao me entendem, só pelo fato de eu existir vejo as pessoas inquietas e indignadas como se tivessem imaginando que estou fazendo algo contra elas, parece mentira e surreal mas nós cristaos sabemos bem do que passamos, é muito visível, absurdo e quase ridículo as perseguicoes que passamos, o caso nao é aquela ou aquelas pessoas, pois é muito claro que nao sao pessoas más, sao pessoas boas e até ajudam muitas vezes que precisamos, mas de repente essas pessoas mudam totalmente em todos os sentidos, e agem como se tivesse algum tipo de ódio, ai, isso já ocorreu muito comigo, com várias pessoas, praticamente o diabo já usou todas as pessoas que estiveram próximas a mim em algum momento, eu me magoei e fiquei triste com essas pessoas mas logo percebi que nao eram elas, é mais difícil ainda quando sao outros servos de Deus que de repente se voltam contra nós, mas estes logo se policiam pois sao pessoas que buscam estar ligados com Deus, quando sao pessoas em tempo de ignorância ainda é mais delicado pois estas nao tem visao espiritual pra perceber o que está havendo e o diabo investe com tudo na vida delas contra os servos de Deus, pois estas pessoas nao tem protecao contra as setas de satanás que joga sugestoes no pensamento delas, setas inflamadas, contra outra pessoa pra semear a desconfianca, paranóia, ódio, e de repente se torna quase um exército do inferno. É uma situacao muito difícil e triste pra pessoa inocente que sem razao sofre esse tipo de investida perversa e gratuita. Jesus nos mandou orar pelos perseguidores tenho feito isso mas as vezes realmente sinto vontade desesperada de fugir pois a situacao é desagradável demais. Por que as pessoas implicam com as outras? será que nao podem simplesmente viver em paz e harmonia? Eu rejeito perseguicoes! Nao aceito mais e repreendo em nome de Jesus! Que Deus alcance a essas pessoas para que estas encontrem o caminho da verdade, e o que posso fazer pra isso faco. Outra notícia que quero dar oficialmente é que:

1. Deus é fiel- O Ministério de Relacoes Exteriores está me auxiliando para que eu seja repatriada e nao precise mais cumprir as exigências impossíveis da Alemanha!

2. Isso significa que logo irei voltar à Pátria amada! Glória a Deus.

3. É uma pena mas o Geldi, meu cachorro nao vai poder ir comigo e por isso vai morar com outra família, e já encontrei interessados, que querem vir buscar ele hoje mesmo se possível! 

Isso prova que nas perseguicoes Deus nos dá o escape. Nada nos separa do amor de Deus que está em Cristo Jesus. 

Agradeco ao Valdetário, presidente da OAB/CE que mesmo sendo tao ocupado manifestou interesse nessa causa, e encaminhou o meu caso para que possam encontrar uma forma de ajudar pra que eu seja repatriada o mais breve possível.

Quando eu voltar quero que todos saibam que estou diferente, esse tempo no exílio, quase 2 anos, me serviu de muito aprendizado em todos os sentidos, caí muito na real pra muita coisa, de longe pude ver muitas coisas que nao estavam andando bem lá no Brasil, no meio de momentos de provacao e solidao minha fé enfraqueceu e  nesse momento recebi mais provas evidentes da veracidade da Palavra de Deus e minha fé renasceu muito mais forte, e usei a maior parte do tempo pra dedicar a Deus, estudar a Palavra e estudar Direito e me preparar para a volta. Estou fazendo um trabalho como Missionária Online na online Global Media Outreach Volunters, e também aprendi muito, já tenho 195 bencaos(discipulos de Jesus). Um gesto MUITO recompensador!
Uma coisa que preciso dizer: ser servo de Deus nao é ser besta. Ainda tem novidades que no momento certo revelarei, mas que já está publicamente evidente pra todos que me conhecem. Agradeco muito a Deus pelas novas conquistas pra mim e minha família que logo estaremos no Brasil! E agradeco pelos servos de Deus e todas as pessoas que nos apoiaram e acreditaram em nós, louvo a Deus por essas vidas!

Vida de Servo - Romanos 12

O Apóstolo Paulo, nesta carta aos Romanos, como costuma fazer em alguns de seus escritos, apresenta primeiro uma parte doutrinária – a colocação dos fundamentos da fé - após passa à uma parte prática – expressões da vida cristã. A doutrina gera a prática. A prática é fruto da doutrina ministrada. No capítulo 12 se inicia a parte prática da carta que contém três significativos assuntos: a conduta pessoal do cristão, a atitude do cristão diante dos não cristãos e o convívio entre os cristãos. Queremos, entretanto, fazer algumas reflexões sobre o conteúdo dos dois primeiros versículos desse capítulo.
É impressionante como Paulo pode, em apenas dois versículos, concentrar tantos ensinos. Ele inicia o capítulo com um verbo apelativo: rogar. Esse termo nos faz sentir que havia um grande anseio no coração de Paulo em transmitir, àqueles que designa como: “chamados para serdes de Jesus Cristo” (Romanos 1.6), princípios importantes para a vida cristã vitoriosa. Paulo sabia, muito bem, que os discípulos que compunham a comunidade em Roma, viviam em uma sociedade tremendamente pecaminosa e, agora, convertidos à fé cristã, nela deveriam viver, integralmente, como novas criaturas em Cristo Jesus.
O mesmo acontece conosco hoje. Nós, discípulos do Senhor Jesus, vivemos, também, em uma sociedade corrupta e é nela que devemos testemunhar a vida cristã autêntica. A ciência e outros aspectos da sociedade humana evoluíram, enquanto a vida moral, a ética e a conduta continuam sob as mesmas falhas, erros, pecados e maldades de todas as épocas anteriores. É nessa sociedade impiedosa que, como cristãos, precisamos expressar os valores da vida do Senhor que reside em nós.
O anseio de que os cristãos vivam a nova vida que possuem em Cristo ativamente - vida completamente diferente da forma que o mundo apresenta - levou Paulo a fazer essa veemente súplica: “Rogo, pois, irmãos”. É um caloroso chamado que seu zelo apostólico faz àqueles que nasceram de novo em Cristo Jesus. Escrevendo aos Gálatas, Paulo demonstrou o mesmo cuidado para aqueles que estavam sob seu pastoreio: “meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós” (Gálatas 4.19). A diligência pelos filhos espirituais o levava a desmedidos sacrifícios!
O que, agora, Paulo roga aos romanos é, justamente, em outras palavras, o mesmo que requereu dos Filipenses: “Vivei, acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo, para que, ou indo ver-vos ou estando ausente, ouça, no tocante a vós outros, que estais firmes em um só espírito, com uma só alma, lutando juntos pela fé evangélica” (Filipenses 1.27). Os que já nasceram de novo, apesar de estarem unidos a Cristo por uma aliança eterna, precisam, entretanto, moldar ainda mais as suas vidas segundo aquilo que o Senhor quer encontrar neles: obediência total à sua vontade que é boa, agradável e perfeita.
Nós não alcançamos automaticamente o caráter perfeito e santo que vemos em Cristo Jesus, quando nascemos de novo. Alcançá-lo depende de uma disposição do nosso coração de efetivar aquilo que Deus reservou para fazermos. Há, conseqüentemente, uma carreira a correr e uma vitória a alcançar. Bem-aventurado é aquele que se propõem, consigo mesmo, chegar ao clímax que Paulo chegou ao dizer: “estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gálatas 2.19,20).
Notemos que o rogar de Paulo é motivado por um fato muito forte e nobre. É “pelas misericórdias de Deus”. Nós sabemos que tudo que Deus fez, faz e fará por nós, provêm de sua misericórdia. Paulo coloca o termo no plural – “misericórdias” -, pois, elas são incontáveis e indizíveis. São inúmeras as misericórdias que recebemos de Deus, sendo que a maior delas é a nossa salvação eterna na pessoa de seu Filho. O sacrifício vivo, único e perfeito, realizado em nosso lugar, substituindo-nos, é o maior apelo que possamos ter, conclamando-nos a oferecer a Deus, também, um sacrifício vivo, santo e agradável dos nossos corpos, fazendo-lhe, perfeitamente, o que lhe agrada.
Se nós somos filhos de Deus, o somos pela sua compaixão para conosco. Dessa forma, devemos tomar para nós a exortação apostólica: “Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância; pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque está escrito: Sede santos, porque eu sou santo” (I Pedro 1.14,15). Eis o perfeito sacrifício vivo que devemos fazer em resposta às “misericórdias de Deus”. Não há motivação maior para que vivamos a vida de santidade do que a gratidão que temos pelas misericórdias de Deus, que, diariamente vem ao nosso viver!
Paulo roga, entretanto, que, “pelas misericórdias de Deus”, apresentemos nossos corpos “em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”. Certamente o Apóstolo está lembrando que na cruz foi feita a perfeita oferenda “Viva, santa e agradável a Deus” por todos nós. E Deus a aceitou pois foi feita pelo seu Filho. Assim como Jesus fez esse sacrifício por nós, devemos nós, também fazê-lo a Deus em gratidão ao que dele recebemos.
Que é apresentar o nosso corpo por sacrifício vivo? Primeiro, afirmamos que Deus não deseja rituais, sacrifícios abstratos, místicos, sentimentais. O que ele quer é algo bem prático. Ele espera que apresentemos a nós mesmos diante dele, com atos concretos, práticas diárias e contínuo viver segundo a sua vontade. Sacrifício vivo é a oferta que se expressa com a vida -. Nessa mesma carta, Paulo já ensinou: “Porque, se viverdes segundo a carne, caminhais para a morte, mas se, pelo Espírito, mortificardes os feitos do corpo, certamente, vivereis” (Romanos 8.13).
Aqui está o sacrifício vivo que nos é pedido: “mortificar os feitos do corpo”. Isso significa que os atos que fazemos impulsionados por nossa carne e que não correspondem à vontade de Deus, devem ser dizimados e queimados no altar, diante dele. E, as cinzas que restarem, devem ser jogadas fora do arraial, como os israelitas faziam com as sobras sem valor dos animais sacrificados (Êxodo 29.14), ou seja, devemos retirar de nós todos os resíduos da velha vida que permanecem em nós e que nada mais significa para nós que vivemos, plenamente, a nova vida em Cristo.
Recordemos que toda a depravação da raça humana se expressa através do corpo. Vejamos como age o homem estranho a Deus: o seu cérebro – parte essencial do corpo – programa o mal que ele deseja executar; seus olhos vêem somente o que é impróprio; sua língua profere a mentira, o engano, a maledicência; os pés são rápidos em correr pelo mau caminho e as mãos apressam-se em ferir, agredir, apossar-se do que dos outros. Comandados pelo cérebro desvirtuado seus sentimentos e atitudes são, verdadeiramente, pecaminosos.
A santidade cristã, da mesma forma, se efetivar através dos membros do corpo em um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Isso começa com a mortificação dos atos que, em nós, são da natureza carnal, fazendo com que cada membro do corpo opere de acordo com os comandos do cérebro que se rege pela vontade de Deus.
Assim, a mente pensará com a sabedoria que lhe vem do Alto; a língua falará a verdade eterna e entoará louvores ao Senhor; os olhos estarão voltados para Jesus assimilando sua pureza e integridade; os pés se apressarão a andar pelos caminhos justos; as mãos irão abençoar e o coração se derramará em amor, até mesmo, para com os que maltratam, perseguem e fazem todo o mal.
È isso que significa “sacrifício vivo” – oferenda que expressa a vida de Cisto em nós! Também, jogar fora tudo o que não vem de Deus e valorizar tudo que dele vem a nós. Nessa mesma carta aos Romanos, 6.13, Paulo escreveu: “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões; nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniqüidade, mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça”. Isso é culto racional a Deus!
A seguir, Paulo faz outro apelo necessário: “não vos conformeis com este século”. Saibamos que o século – o mundo – negligencia a vontade e o propósito que Deus tem para ele, buscando atender somente a seus próprios interesses humanos. É fácil, muito fácil, acomodar-se com o século – o mundo e seu sistema pecaminoso. Não é difícil acomodar a vida aos padrões do mundo. Quantos cristãos estão fazendo isso e tendo prazer em conformar-se com a vida dúbia que levam.
Há uma palavra de ordem que vem de Jesus: “Não vos assemelheis, pois, a eles” (Mateus 6.8). Não podemos nos acomodar à cultura predominante do mundo dos homens insubmissos a Deus e que o aborrece. Escutemos o que Paulo nos diz em Colossenses 3.1: “Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus”.
“Transformai-vos”, é a chave que o texto apresenta para que possamos apresentar nossos corpos em sacrifício vivo a Deus. E essa transformação começa com a nossa mente. A transformação da mente é o ponto básico para que seja visível em nós a vida que Deus planejou para os que são seus, e que é visível na pessoa de seu Filho. Nossa mente precisa ser esvaziada de tudo que não provém de Deus e ser impregnada com tudo que dele procede. Essa é uma transformação que nos compete fazer.
O texto indica o que deve predominar em uma mente regenerada: “a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. Só uma mente restaurada pode discernir, obedecer e expressar a mente de Cristo. Os filhos de Deus precisam ter mentes totalmente conformadas aos padrões divinos, pois, um dia, quando menos esperarmos estaremos diante do Senhor que declarou ser “aquele que sonda mente e corações” (Apocalipse 2.23). Nossas mentes serão perscrutadas em seus mínimos detalhes, pois, é na nossa mente que elaboramos todo o bem ou todo o mal que praticamos.
Outra importante expressão do texto é: “para que experimenteis [...] qual seja [... a] vontade de Deus”. É uma riqueza espiritual valiosa, quando, por experiência própria, podemos provar a excelentemente boa, a extremamente agradável e a tão perfeita vontade de Deus para a nossa vida, pois, ela expressa o seu desejo de que sejamos exatamente como seu Filho é.
Nós temos recursos valiosos e acessíveis que nos ajudam a renovar nossa mente:
1. A Palavra de Deus. Uma mente cheia da Palavra direcionará toda a nossa vida mental, conseqüentemente, todo o nosso ser e o nosso fazer será moldado por ela. A palavra é a espada do Espírito que Efésios 6.17 indica como a arma preciosa em nossas lutas espirituais. Aconselhamos a todos lerem o salmo 119 e encontrarem nele a demonstração do que a Palavra é, e os inúmeros valores que ela possui, para a renovação da mente.
2. O Espírito Santo. Ele é a pessoa mais interessada em renovar nossa mente, pois, ele quer moldar em nós a mente do Senhor Jesus Cristo. A nossa mente, sob a graça e unção do Espírito, presidirá nossa vida interior pautando-a com a sabedoria do Alto. É o Espírito que leva a nossa mente a possuir, de forma ampla e nova, a visão de todas as realidades espirituais de Deus.
Ele nos faz, verdadeiramente, ser e agir dentro do que é esperado de nós como novas criaturas. Ele nos fortalece para que, realmente, estejamos vivendo como nascidos de novo em Cristo Jesus. É através dele que Deus cumpre a promessa de imprimir em nossas mentes as suas leis, conforme fala Jeremias 31.33. É ele quem guarda o nosso coração e mente em Cristo Jesus (Filipenses 4.7).
3. A oração. Ela sempre nos levará bem junto a Deus e, assim, dele recebermos força, auxílio e graça para uma total restauração mental. Quando oramos Deus edifica nossa mente e fortalece nosso espírito. Que a nossa súplica sempre seja: Renova, Senhor, a nossa mente para que te conheçamos mais e mais.
Quão tremendo é esse expressivo apelo que Paulo soube sintetizar em apenas dois versículos. Apelo que deve nos levar à experiência que precisamos, hoje, alcançar, ou seja, conhecer a grandeza da vontade de Deus para conosco. Deus não nos quer pequenos, pobres, inferiores. Ele nos quer levar “à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo” (Efésios 4.13). Sua vontade, realmente, é de que sejamos seus filhos como seu Filho, Jesus Cristo é. Para isso ouçamos o apelo: “seguindo a verdade em amor cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo” (Efésios 4.15). Amém.


Erasmo Ungaretti
fonte: adorar.net