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sexta-feira, 4 de maio de 2012

PERDÃO NA FAMÍLIA - Ministério Casais Amo Você



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  • PERDÃO NA FAMÍLIA

  • Pronto. Acabei tudo com ela.
  • Não foi uma noite. Mas dez anos, de luta, frustração, aferroado de ira vivida dia a dia.
  • Aquele marido iria dar um basta.
  • No começo foi tudo tão bonito. A proximidade do namoro, o interesse mútuo, a alegria com o nascimento do primeiro filho.
  • Então chegou o dia em que ela não quis falar, surgiu uma camada impermeável, uma distância invencível.
  • Estavam juntos em casa, mas a existência vazia. Só irritação, desprezo, e falta de perdão, um clima denso de hostilidade.
  • "É claro que vou perdoar-lhe, mas antes o outro vai pagar um pouco o erro cometido, ainda não é o momento". Assim ambos pensavam, e o silêncio e apatia surgiram, se estendendo por dias, semanas e meses.
  • Esta situação é mais comum do que pensamos. Maridos e esposas tem por vezes a convicção de que a pessoa que se comportou mal tem de pagar por seus erros.
  • A forma como são cobrados tais erros tornam a segunda situação pior que a primeira.
  • E os filhos ficam assistindo passivos, sofrendo com as atitudes mútuas das duas pessoas que eles mais amam e que deveriam se amar.
  • O mesmo ocorre quando as relações entre muitos pais e filhos são abaladas. Ficam silenciosos desprezando uns aos outros.
  • Aquele lugar onde o perdão precisa ser mais praticado, torna-se num campo de batalha, onde palavras que nunca deveriam ser ditas e atitudes e ações nocivas, que jamais poderiam ocorrer, marcam o cotidiano de milhares de famílias.
  • O que fazer?
  • O primeiro passo é reconhecer que onde existem duas ou mais pessoas, como é o caso de uma família, fatalmente os conflitos surgirão.
  • Temos uma experiência de vida diferente uns dos outros e nos unimos todos debaixo do mesmo teto, ocorrendo cotidianamente escolhas próprias conforme o gosto pessoal e a maneira de ver as coisas.
  • O passo seguinte então é descartar o mito que os casamentos e consequentemente as famílias felizes não têm conflitos e disputas de opinião.
  • Tomemos alguns exemplos:
  • - Marido e esposa no supermercado escolhem um mesmo produto, mas de marcas e preços diferentes.
  • - O marido quer assistir ao futebol, a esposa quer ver um filme e os filhos querem assistir desenhos animados, ou brincar lá fora com os pais.
  • A esposa quer sair para passear, já o esposo prefere ficar em casa, pois
  • ficou fora a semana toda.
  • Assim poderíamos citar centenas de situações, que agora nos parecem muito simples, mas que no momento podem gerar tensões que tiram a paz e a alegria do convívio familiar.

  • Quem perdoa não valoriza a ofensa, mas o outro.
  • Quem perdoa não senta no túmulo das lembranças desagradáveis.
  • Quem perdoa aceita outro como ele é, embora não concorde com suas atitudes negativas.
  • Ninguém é tão mal que Deus não o ame.
  • Ninguém está excluído do perdão de Deus, a menos que se exclua.
  • Todos temos valor, pois Jesus morreu por nós.
  • Se você deixa de dar o perdão até que o ofensor o mereça, nada feito. Isso não é perdão.
  • Perdoe imediatamente.
  • Ore a Deus e perdoe quando sentir a primeira mágoa, antes que seja dominado pela amargura.
  • O tempo passa rápido, não desperdice com amargura, custa menos perdoar do que manter viva a mágoa.
  • Não espere o outro lhe pedir perdão, faça como Deus, ofereça.
  • O perdão é uma experiência contínua, diária, constante, enquanto existir imperfeição precisamos perdoar e ser perdoados.
  • O que passou, passou ao passado nada pode mudá-lo, porém o seu significado pode ser mudado.
  • Perdoe e seja feliz.

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terça-feira, 1 de maio de 2012

Por que devemos perdoar?

Em algum momento da vida, todos já sofreram injustiças, ofensas e pecados. Como devemos reagir quando tais ofensas acontecem? De acordo com a Bíblia, devemos perdoar. Efésios 4:32 declara: “Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.” Da mesma forma, Colossenses 3:13 proclama: “Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.” A chave nos dois versículos das Escrituras é que devemos perdoar aos outros, como Deus nos perdoou. Por que perdoamos? Porque já fomos perdoados!

O perdão seria simples se nós tivéssemos que concedê-lo somente àqueles que vêm pedir com tristeza e arrependimento. A Bíblia nos diz que devemos perdoar incondicionalmente àqueles que pecaram contra nós. Recusar-se verdadeiramente a perdoar a uma pessoa demonstra ressentimento, amargura e raiva: e nenhuma dessas características são próprias de um cristão. Na oração do Pai Nosso, pedimos a Deus que nos perdoe de nossos pecados, assim como perdoamos aos nossos devedores (Mateus 6:12). Jesus disse em Mateus 6:14-15: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.” À luz de outras Escrituras que falam do perdão de Deus, compreende-se melhor Mateus 6:14-15 como dizendo que as pessoas que se recusam a perdoar ainda não experimentaram, elas mesmas, o perdão de Deus.

Sempre que falhamos desobedecendo a um dos mandamentos de Deus, contra Ele pecamos. Todas as vezes que fazemos mal a outra pessoa, pecamos não somente contra ela, mas também contra Deus. Quando olhamos a vastidão da misericórdia de Deus em nos perdoar de TODAS as nossas transgressões, nos damos conta que nós não temos o direito de reter esta graça para com os outros. Pecamos contra Deus infinitamente mais do que qualquer pessoa poderia algum dia pecar contra nós. Se Deus nos perdoa de tanto, como podemos recusar perdão a outros por tão pouco? A parábola de Jesus em Mateus 18:23-35 é uma poderosa ilustração desta verdade. Deus promete que quando viermos a Ele pedindo perdão, Ele livremente o concede (I João 1:9). O perdão que estendemos não deve ter limites, da mesma forma que o perdão de Deus é ilimitado (Lucas 17:3-4).  GOTQUESTIONS







E para que não restasse dúvida alguma, Jesus contou a parábola do “devedor implacável”: aquele que, devendo muitíssimo ao seu rei e tendo sido perdoado, não soube ser misericordioso para com o companheiro que lhe devia pouca coisa.
Resultado: foi-lhe retirado o perdão. Assim Jesus conclui a parábola: “Eis como o Pai celeste agirá convosco, se cada um de vós não perdoar, de coração, ao seu irmão” (Mt 18,35).
Deus pede que a gente perdoe sempre. Custe o que custar. Tenhamos ou não razão! Trata-se de um gesto maravilhoso, divino, podemos dizer, já que só Deus, como afirma a Bíblia, perdoa e esquece, desde que não nos fechemos ao seu perdão. Enquanto não formos misericordiosos, podemos pretender alcançar misericórdia? (cf. Mt 5,7)
Aos cristãos, Jesus fez mais uma recomendação: “Se estiveres para trazer a tua oferta para o altar, e ali lembrares de que teu irmão tem algo contra ti, deixa a tua oferta diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão. Só depois virás apresentar a tua oferta” (Mt 5,23-24).
Na prática, porém, vê-se que até em família, e nas próprias comunidades religiosas, é difícil “dar o braço a torcer”, tomar a iniciativa da reconciliação! E continuamos a “levar a nossa oferta diante do altar”, embora saibamos que nosso irmão/irmã tem “ alguma coisa” contra nós.
É uma exigência do Evangelho que deve ser levada muito a sério! Naturalmente, não devemos confundir perdão com impunidade, pois a ordem social deve ser preservada e os prejuízos devem ser ressarcidos. O que tristemente nem sempre acontece, e com grande prejuízo para os cidadãos.

O julgamento é um grande bloqueio ao perdão. Infelizmente, muitas vezes nós somos verdadeiras máquinas de julgar. Aprendemos a julgar desde cedo, e continuamos a julgar tudo e a todos os que passam pela nossa frente e que não se ajustam ao “nosso mundinho”.
Infelizmente nós construímos um mundo particular, a nossa zona segura e confortável. Tudo o que sai dessa zona, que se diferencia disso, nos perturba, nos aborrece, nos faz mal.
É desagradável e humilhante reconhecer-se limitado. A questão é que o orgulho nos leva para a auto-suficiência, enquanto que, para praticar o perdão, tenho que abrir mão do meu direito de “estar certo” sempre e em todas as situações.
Disso parte a maldita mania de criticar e condenar os nossos irmãos que, sem dúvida, deveriam ser louvados e enaltecidos pelos inúmeros lados positivos que eles têm.
Sentir-se culpado e admitir o próprio erro pode ser fonte de equilíbrio e sinal de maturidade. Acontece porém que muitas vezes constatamos que não sabemos perdoar nem a nós próprios. Sentimos remorsos e sentimentos de culpa que angustiam nossa existência.
Mas, o que é este sentimento de culpa? É uma tristeza, um mal estar por fatos errados acontecidos ao longo de nossa vida. É um sentimento de culpa que se resume nesta expressão: “Não deveria ter feito isto”. Diante disso, o indivíduo é inclinado a se julgar como um sujeito mau, ruim, errado, infiel, incoerente.
Nasce assim um sentimento de frustração e de culpa que vai corroendo por dentro, alimentando a tristeza, o fechamento e o mau humor. Infelizmente, este complexo de culpa, longe de nos animar para o crescimento, na busca por grandes ideais de doação e serviço, faz-nos gastar energias em lamentações por aquilo que já ocorreu.
Perdoar a si mesmo é restabelecer a própria unidade interior. O auto-perdão é um sim à vida. O amor de Deus é maior que os nossos erros e pode transformá-los em novas perspectivas de vida e de esperanças.
Outros podem não perdoar. Mas o cristão que quer viver autenticamente sua fé e os ideais evangélicos, deve perdoar, pois faz parte da essência do cristianismo condenar o erro e amar o pecador. É por isso que o cristianismo é uma religião difícil de se abraçar.
Depois de tudo que foi dito, não hesitemos em assumir a nossa responsabilidade de sermos misericordiosos, de perdoar, à imitação do nosso Mestre.
É uma opção de vida que nos faz olhar para a frente e que só contribuirá para melhorar este mundo cada vez mais angustiado pela falta de fraternidade e de perdão que provoca tantas guerras e divisões.
Pe. Paulo De Coppi


segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Batalha Espiritual e Paz que excede todo entendimento

Ontem o tema foi "o ímpio" e hoje vou tratar de um assunto que parece igual mas é muito diferente! O assunto é a Guerra Espiritual, que nao ocorre apenas através do ímpio mas pode vir até mesmo por outros crentes em momentos de fraquezas, por situacoes diversas envolvendo até mesmo pessoas que nos amam e querem nosso bem, mas como? Bom, eu mesma ainda jovem na fé, posso dizer que desde o primeiros dias de minha conversao, enfrentei batalhas espirituais muito fortes, grandes provacoes vieram no comeco, o meu pastor desde o comeco soube distinguir o que estava havendo mas eu no comeco nao entendi tudo aquilo pois me converti e de repente diversas conspiracoes e decepcoes nos atingiram, vou mencionar algumas: olha só quando acabei de me converter vieram logo muitas provas, meu irmao tinha sido preso por causa de droga e ainda nao tinha se libertado e me pediu pra levar droga pra ele na prisao usando o fato de eu ser advogada, gracas a Deus meu irmao hoje em dia esta liberto tem sua casa, trabalho e vive com a sua esposa e esta esperando uma filhina(Leticia); depois houve uma grande conspiracao de membros da igreja que eu frequentava que constantemente caluniavam o pastor e sua esposa, isso realmente me deixou sem acao, pois eram pessoas que frequentavam la em casa e se intitulavam grandes amigos da minha mae, na época eu fiquei realmente confusa, pois eu tinha acabado de chegar, eu tava em sp depois fiquei por volta de 2 meses na casa do meu irmao, entao na verdade eu nao conhecia nenhuma dessas pessoas, eram todas novas que tinham aparecido talvez há no maximo 3-4 meses, eu sei que foi o pastor que guanhou minha alma pra Jesus, porém logo as pessoas estavam caluniando ele para mim, depois observei o comportamento delas ou de uma em particular que queria manipular a todos com interesses egoístas, e vi o quanto essa pessoa precisava de ajuda, eu creio que Deus ja trabalhou na vida dela (ESSE POST VAI GERAR POLEMICA MAS A INTENCAO AQUI É PREPARAR PESSOAS QUE POSSAM PASSAR POR SITUACOES COMO AS QUE EU PASSEI PARA QUE ISSO NAO LHES CUSTE A PRÓPRIA INTIMIDADE COM DEUS) quando alguém falar mal do seu pastor nao confie nesta pessoa, nao vá na onda dela e nao pratique esse erro! Além disso nao devemos confiar em quem fala mal de outras pessoas, pois se fala de outras pessoas entao falará de voce também, uma pessoa que age assim está no erro está praticando impiedade, e nao é verdadeiramente cristao, pois cristao é aquele que ouve e cumpre as palavras de Jesus, como o próprio Jesus falou, entao queridos estejam atentos pois isso ocorre constantemente, mas temos que fazer a diferenca; Outra coisa que aconteceu logo em seguida foi que a entidade maligna que usava a pessoa que mencionei conseguiu dividir a igreja e as pessoas da igreja deixaram de ir para a oracao, etc, e, eu nao entendi nada mas segui o conselho da minha mae e passamos a frequentar outras igrejas, aquela pessoa depois que conseguiu tudo o que queria parou de frequentar nossa casa e de ir orar afirmando que o próprio pastor que ela caluniva a proibiu de ir lá, isso tudo me deixou muito triste e confusa, minha mae dizia pra eu nao falar nada afirmando que essa pessoa orava por mim mas depois aprendi que Deus só ouve a oracao dos justos e os justos nao caluniam nem oram para o mal de ninguém; Vejam só a barra que eu enfrentei nos meus primeiros dias de conversao!! E nao estou contando nem detalhes ainda vou escrever livros sobre tudo isso se Deus quiser! Apesar de tudo Deus aos justos deu a vitória e a recompensa por terem se mantido fieis a Ele. Ainda tem muito mais, por exemplo: no meio de tudo isso eu estava trabalhando muito com o dr Valter meu parceiro, e que também se reconciliou com Deus e nós juntos também levavamos a Palavra e temos muita fé mas também fomos provados, e além disso eu ainda fui provada pois um antigo conhecido estrangeiro ficou me pedindo em casamento pela internet e falando que tinha se convertido e falando de Jesus e Biblia e etc, mas, advinha, quando eu nao aceitei a sua proposta de cometer um ato contrario a lei e a vontade de Deus, ele casou com outra que topou e ainda mandou ela me ligar no dia do meu aniversário(eu tava no escritório trabalhando e nesse momento pude sentir o punhal entrando em meu coracao, mas nao dei lugar ao diabo e falei para ela que nao tinha mais contato com ele e desliguei essa pessoa esta rececebendo o que procurou ele mesmo me procurou arrependido dizendo que a mulher roubou tudo desviou o dinheiro...e que se reconciliou com Deus - eu fiquei apenas em oracao...) e o pastor que falei, pastor Evaldo Moraes, ele logo no comeco percebeu que havia algo de errado (pois Deus da a seus servos sabedoria e visao espiritual) e orou pra Deus fazer a vontade Dele e me da livramento do mal e no comeco eu fiquei até com raiva porque eu pedi pra ele orar pra dar tudo certo mas eu ainda nao sabia a verdadeira intencao do cara, porque ele realmente foi um ótimo ator e fez um papel quase perfeito de um ótimo servo de Deus até mesmo discutia assuntos bíblicos complexos comigo com muita propriedade! Tudo isso e muito mais o diabo aprontou pra me afastar dos caminhos de Deus, e tudo aconteceu nos meus primeiros dias de conversao! vejam só! Mas Deus é maior e me deu fortaleza para seguir em frente e sabedoria, discernimento, entendimento, conhecimento, junto com o meu esforco de aprender e buscar através da oracao, louvor e estudo da Palavra e também buscando a sabedoria dos mais experientes os verdadeiros fieis... mas é assunto pra um outro dia. Entao nao se enganem e nao se abalem com pessoas que se dizem cristaos mas que na verdade estao se aproveitando da denominacao para obter lucros ou vantagens, e até tem casos de satanistas (coitados iludidos na mais boba mentira) estudarem nosso comportamento para se infiltrar e separar a igreja como descreveu bem o Pastor Daniel aquele que é ex satanista, mas vou parar por aqui mas com tudo isso podemos entender que até dentro da igreja e entre os irmaos pode ocorrer a Batalha Espiritual, mas o importante é saber que as nossas armas nessa batalha Deus nos deu, eu já mencionei aqui a Armadura de Deus que sao a salvacao, a fé, a verdade, o Espírito, a Palavra de Deus, a oracao, a justica, tudo esta descrito na Bíblia nesse post também.  É muito importante perdoar sempre, amar e orar até pelas pessoas que te fizeram mal! E é nosso dever como cristaos. Pois Deus nos perdoa quando arrependidos confessamos a Ele em oracao e pedimos perdao nao mais caindo nesse erro. Nao esquecendo que somos todos humanos falhos e pecadores buscando a santidade.

O que diz a Bíblia a respeito da batalha espiritual? 






Pergunta: "O que diz a Bíblia a respeito da batalha espiritual?"

Resposta:
Há dois erros primários quando o assunto é a batalha espiritual: excesso e escassez de ênfase. Há aqueles que, para cada pecado, cada conflito e cada problema põem a culpa nos demônios que devem ser então expulsos. Outros ignoram completamente a esfera espiritual, e o fato de que a Bíblia nos instrui que nossa batalha é contra forças espirituais. O segredo do sucesso na batalha espiritual é encontrar o equilíbrio bíblico. Jesus, algumas vezes, expulsou demônios das pessoas, e algumas vezes, curou pessoas sem mencionar o “demoníaco”. O Apóstolo Paulo instrui os cristãos a começar a luta contra o pecado dentro de si mesmos (Romanos 6), e contra o diabo. (Efésios 6:10-18).

Efésios 6:10-12 declara: “No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.” Este texto nos ensina algumas verdades cruciais: (1) Podemos ser fortes apenas no poder do Senhor, (2) É a armadura de Deus que nos protege, (3) Nossa batalha é contra forças espirituais do mal presentes no mundo.

(1) Um forte exemplo é o arcanjo Miguel em Judas 1:9. Miguel, provavelmente o mais poderoso de todos os anjos de Deus, não repreendeu Satanás em seu próprio poder, mas disse: “O Senhor te repreenda.” Apocalipse 12:7-8 registra que no fim dos tempos, Miguel vencerá Satanás, Ainda assim, quando se trata de seu conflito com Satanás, Miguel o repreendeu no nome e autoridade de Deus, e não de si mesmo. É somente através de nosso relacionamento com Jesus Cristo que nós, como cristãos, temos qualquer autoridade sobre Satanás e seus demônios. É somente em Seu nome que nossa repreensão tem algum poder.

(2) Efésios 6:13-18 nos dá uma descrição da armadura espiritual que Deus nos dá. Devemos resistir firmes com (a) o cinturão da verdade, (b) a couraça da justiça, (c) o evangelho da paz, (d) o escudo da fé, (e) o capacete da salvação, (f) a espada do Espírito e (g) oração no Espírito. O que estas peças da armadura espiritual representam para nós em nossa batalha espiritual? Devemos falar a verdade contra as mentiras de Satanás. Devemos descansar no fato de que somos declarados justos por causa do sacrifício de Cristo por nós. Devemos proclamar o Evangelho, não importa quanta resistência recebamos. Não devemos vacilar em nossa fé, não importa o quão fortemente sejamos atacados. Nossa última defesa é a certeza que temos de nossa salvação, e o fato de que as forças espirituais não podem arrancá-la. Nossa arma de ataque deve ser a Palavra de Deus, não nossas próprias opiniões e sentimentos. Devemos seguir o exemplo de Jesus em reconhecer que algumas vitórias espirituais são possíveis somente através da oração.

Jesus é nosso principal exemplo para a batalha espiritual. Observe como Jesus lidou com os ataques diretos de Satanás: “Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome; E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães. Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus. Então o diabo o transportou à cidade santa, e colocou-o sobre o pináculo do templo, E disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te de aqui abaixo; porque está escrito: Que aos seus anjos dará ordens a teu respeito, E tomar-te-ão nas mãos, Para que nunca tropeces em alguma pedra. Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus. Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles. E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam” (Mateus 4:1-11). A melhor maneira de combater Satanás é como Jesus nos mostrou, ou seja, citar as Escrituras, pois o diabo não pode contra a espada de Espírito, a Palavra do Deus Vivo.

O maior exemplo em como não se engajar na batalha espiritual foi o dos sete filhos de Ceva: “E alguns dos exorcistas judeus ambulantes tentavam invocar o nome do Senhor Jesus sobre os que tinham espíritos malignos, dizendo: Esconjuro-vos por Jesus a quem Paulo prega. E os que faziam isto eram sete filhos de Ceva, judeu, principal dos sacerdotes. Respondendo, porém, o espírito maligno, disse: Conheço a Jesus, e bem sei quem é Paulo; mas vós quem sois? E, saltando neles o homem que tinha o espírito maligno, e assenhoreando-se de todos, pôde mais do que eles; de tal maneira que, nus e feridos, fugiram daquela casa” (Atos 19:13-16). Qual foi o problema? Os sete filhos de Ceva estavam usando o nome de Jesus. Isto não é o suficiente. Os sete filhos de Ceva não tinham um relacionamento com Jesus, e por isso, suas palavras foram vazias de qualquer poder ou autoridade. Os sete filhos de Ceva confiaram em uma metodologia. Eles não confiaram em Jesus, e não estavam empregando a Palavra de Deus em sua batalha espiritual. Como resultado, receberam uma humilhante surra. Podemos aprender com este mau exemplo, e conduzir a batalha espiritual da forma como a Bíblia descreve.

Resumindo, quais os segredos para o sucesso na batalha espiritual? Primeiro, confiemos no poder de Deus, não em nosso próprio. Segundo, repreendamos no Nome de Jesus, não em nosso próprio nome. Terceiro, devemos nos proteger com a completa armadura de Deus. Quarto, nos engajemos na guerra com a espada do Espírito: a Palavra de Deus. Por último, devemos nos lembrar que mesmo estando na batalha espiritual contra Satanás e seus demônios, nem todo o pecado ou problema é um demônio que deva ser repreendido. “Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou” (Romanos 8:37).














A história de Davi e Golias é um grande exemplo de guerra espiritual e também nos ensina que Deus nao vê o nosso exterior e sim o que esta em nossos coracoes, essa história é uma das muitas que também nos ensina que temos que vencer primeiro sobre o mal, medo que existe dentro de nós e principalmente nunca esquecer de nao nos deixar influenciar e nem contaminar pelo mal que tem dentro dos colegas, mas mostrar sim contagiar eles com nossa alegria, amor, fazendo eles perceberem, assim, que o mais importante é que temos um Deus maravilhoso que nos da muita paz, amor e alegria que excede todo o entendimento.

Esse videozinho faz parte da série do Midinho o pequeno missionário, que é criacao da Igreja Internacional da Graca de Deus do Pastor R.R Soares que tem tbm o Pr. Jaime e formacao de muitos pastores que sao uma bencao. Eu amo a programacao da RIT e da TV a cabo dessa igreja e todos os cultos sao uma bencao eu assitia sempre aqui nao tenho mas sempre que posso acompanho pela internet, e também a Rede Boas Novas e o Pastor Silas Malafaia as radio TROMBETAS e VIVOS esses sao realmente servos fieis e abencoados por Deus entre muitos outros aindanao mencionados.














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A Paz que excede todo o entendimento (Filipenses 4 : 7)











A Paz que excede todo o entendimento (Filipenses 4 : 7)



Na nossa caminhada por este mundo nos ocorrem muitas situações aflitivas. Jesus já nos havia alertado, quando disse: "Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo. (João 16 : 33).

Neste texto o Senhor Jesus nos afirma que enfrentaríamos tribulações, mas nos garantiu que nEle teríamos paz, apesar dessas aflições, porque Ele é vencedor e estando com Ele também seremos.

O Cristão não deve temer as batalhas que terá pela frente, pois ao seu lado está o Deus que tudo pode.

Outro texto bíblico que nos deixa tranqüilos ao enfrentarmos situações difíceis é o encontrado na Carta de Paulo aos Romanos, quando diz: "e sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito." (Romanos 8 : 28).

Estes episódios, por outro lado, apesar de aflitivo, trouxe-me lições importantes e fez-me tomar decisões necessárias. Deus permitiu para o meu próprio bem e de todas as pessoas que passam por esta situacao.

Ficou mais uma vez comprovado que todas as coisas, mesmo as que são desagradáveis, se são permitidas por Deus, têm um propósito bom, por que Ele é justo, compassivo, misericordioso, poderoso, e sabe melhor do que nós o caminho que devemos seguir.

Obrigado, Senhor, porque pela tua intervenção em minha vida, providenciando eventos em que sou posto a prova, e nos quais tu tens um propósito para me fazer crescer e me aproximar mais de Ti. Obrigado, meu Deus, porque tu zelas por mim, e do mesmo modo que permites a luta, Tu também me concedes a força, o conforto, a paz para o enfrentamento da situação aflitiva e ao final sei que Tu tens um propósito em tudo o que advém aos teus filhos. Obrigado por Tu haveres colocado pessoas como anjos para me ajudar. Obrigado porque Tu me amas. Em nome de Jesus eu faço esta oração. Amém.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

22 de Abril - Cegados

22 de Abril - Cegados

Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto, para os que se perdem está encoberto, nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que nao lhes resplandeca a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus.
2CONRÍNTIOS 4.3,4


      Homem algum que estivesse com o controle das suas faculdades mentais dirigiria a 160km por hora pela estrada, avancando sinais fechados e os de advertência: "Perigo! Perigo! Caiu a ponte!" No entanto, um bêbado ou drogado agiria dessa forma.

      Da mesma maneira, homem algum em sa consciência passaria pela vida e se precipitaria para a eternidade e o inferno, perdido. Mas as pessoas o fazem. Por quê? Porque o diabo as deixou drogadas e cegas.

       No caso da salvacao do meu irmao Dub, percebi que era o diabo quem o tinha amarrado e o impedia de ser salvo. Falei, portanto: "Satanás, em Nome de Jesus Cristo, rompo o seu poder sobre a vida do meu irmao Dub e reinvidico o livramento e salvacao dele!"

      Nao temos o controle sobre as vantagens humanas, mas temos o controle sobre os espíritos malignos que amarram e cegam as pessoas. Estou convicto de que essa é uma área a respeito da qual saberemos mais no futuro para nosso maior proveito.

Confissao: "O deus deste mundo nao cegará os olhos dos meus amados, porque tomarei o Nome de Jesus e romperei o poder de Satanás sobre eles!"


Kenneth E Hagin - Alimento da fé

Kenneth E. Hagin

keh-sitting.jpgEm 20 de agosto de 1917, Rev Kenneth Hagin E começou uma vida que abrangem quase setenta anos de ministério, tocar e transformar incontáveis ​​milhões de vidas.Nascido prematuramente com um coração deformado e uma doença sanguínea incurável em McKinney, Texas, Kenneth Hagin E foi levantado junto com 'Dub' seu irmão mais velho, sua irmã Oleta e seu irmão Pat por sua mãe, na casa de seus avós maternos.Acamado com a idade de quinze anos, quase completamente paralisado, e disse que não iria ver o seu décimo sexto aniversário, Kenneth Hagin E teve uma experiência de mudança de vida. Em 22 de abril de 1933, morreu três vezes e três vezes ele desceu ao inferno. Cada vez que ele ouviu uma voz dizer, e cada vez que a voz falou sua descida foi preso e ele subiu de volta para seu corpo. Na terceira vez, como o seu espírito estava subindo de volta em seu corpo, ele clamou ao Senhor para ser salvo. Como ele entrou em seu corpo, ele continuou rezando e ele foi gloriosamente salvo!Depois de receber Cristo, ele começou a ler a Bíblia  Metodista de sua avó. Depois de algum tempo de ler a Palavra, ele se deparou com Marcos 11:23-24. Enquanto meditava sobre a Escritura, a revelação veio. Em 8 de agosto de 1934, ele foi milagrosamente ressuscitado dentre um leito de morte e completamente curado de dois problemas de coração orgânica, uma doença sanguínea incurável e paralisia quase total!O que se seguiu foi um ministério que mudaria o mundo com a mensagem de fé. Kenneth E. Hagin foi fiel ao chamamento divino de Deus sobre sua vida e ao mandato de 'Go ensinar as pessoas a minha fé ... " que lhe foi dada pelo Senhor Jesus Cristo. Palavras não podem expressar quão grato são aqueles que têm sido sempre tocados e transformados através de sua fidelidade e pelos sacrifícios que ele e sua família tem feito para ser fiel à sua vocação.Em 19 de setembro de 2003, Kenneth Hagin E fui para casa para estar com o Senhor. Conhecido em todo o mundo como o "Pai do Movimento Fé Moderna", ele também é reconhecido por muitos como um homem de imenso amor, um homem que realmente viveu o que pregava. Sua herança e seu legado ainda vivem hoje nos milhares de homens e mulheres de Deus que foram impactadas pelo ministério deste homem que era obediente e fiel ao seu chamado, e que hoje estão impactando o mundo com o evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.Hoje, seu filho, Rev Kenneth Hagin W, juntamente com sua esposa, Rev Lynette Hagin, continuar a liderar Rhema para cumprir o mandato que o Senhor deu ao irmão Hagin para "ensinar Minha fé das pessoas. Com mais de 50 anos de experiência no ministério, eles possuem a sabedoria, experiência, a unção para ajudar os crentes entram em sua herança em Cristo e ensinar os outros a fazerem o mesmo.
http://khm.org.au/home/index.php?option=com_content&view=article&id=17&Itemid=300013
Kenneth E. Hagin
keh-sitting.jpgOn 20 August 1917, Rev Kenneth E Hagin began a life that would span nearly seventy years of ministry, touching and transforming untold millions of lives.
Born prematurely with a deformed heart and an incurable blood disease in McKinney, Texas, Kenneth E Hagin was raised along with his elder brother 'Dub', his sister Oleta and his younger brother Pat by their mother, in the home of his maternal grandparents. Bedfast at the age of fifteen, almost completely paralysed, and told that he would not see his sixteenth birthday, Kenneth E Hagin had a life-changing experience. On 22 April 1933, he died three times and three times he descended down to hell. Each time he heard a voice speak, and each time that voice spoke his descent was arrested and he ascended back into his body. The third time, as his spirit was ascending back into his body, he cried out to the Lord to be saved. As he entered his body, he continued praying and he was gloriously saved! After receiving Christ, he began reading his grandmother's Methodist Bible. After some time of reading the Word, he came accross Mark 11:23-24. As he meditated on the scripture, revelation came. On August 8, 1934, he was miraculously raised from a deathbed and completely healed of two organic heart problems, an incurable blood disease, and near total paralysis! What followed was a ministry that would change the world with the message of faith. Kenneth E. Hagin was true to the divine calling of God upon his life and to the mandate of 'Go teach my people faith...' given to him by the Lord Jesus Christ. Words cannot express how grateful are those who have been forever touched and changed through his faithfulness and through the sacrifices that he and his family made to be true to his calling. On September 19, 2003, Kenneth E Hagin went home to be with the Lord. Known around the world as the 'Father of the Modern Faith Movement,' he is also acknowledged by many as a man of tremendous love, a man who truly lived what he preached. His heritage and his legacy still live on today in the thousands of men and women of God who have been impacted by the ministry of this man who was obedient and faithful to his calling, and who are today impacting the world with the gospel of our Lord Jesus Christ. Today, his son, Rev Kenneth W Hagin along with his wife, Rev Lynette Hagin, continue to lead RHEMA to fulfill the mandate that the Lord gave to Brother Hagin to 'teach My people faith'. With more than 50 years experience in the ministry, they possess the wisdom, experience, the anointing to help believers enter into their inheritance in Christ and to teach others to do the same.
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domingo, 2 de outubro de 2011

PERDÃO - Por que devemos perdoar?

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PERDÃO
O perdão é a cura das memórias, a assepsia do coração, a faxina da alma. O perdão é uma necessidade vital e uma condição indispensável para termos uma vida em paz com Deus, com nós mesmos e com o próximo.
Uma vez que somos falhos e pecadores, estamos sujeitos a erros. Por essa razão, temos motivos de queixas uns contra os outros. As pessoas nos decepcionam e nós decepcionamos as pessoas.
É impossível termos uma vida cristã saudável sem o exercício do perdão. Quem não perdoa não pode adorar a Deus nem mesmo trazer sua oferta ao altar. Quem não perdoa tem suas orações interrompidas e nem mesmo pode receber o perdão de Deus.
Quem não perdoa adoece física, emocional e espiritualmente. Quem não perdoa é entregue aos verdugos da consciência. O perdão, portanto, não é uma opção para o crente, mas uma necessidade imperativa.
O perdão é uma questão de bom senso. Quando nutrimos mágoa no coração, tornamo-nos escravos do ressentimento. A amargura alastra em nós suas raízes e produz dois frutos malditos: a perturbação e a contaminação. Uma pessoa magoada vive perturbada e ainda contamina as pessoas à sua volta.
Quando guardamos algum ranço no coração e nutrimos mágoa por alguém, acabamos convivendo com essa pessoa de forma ininterrupta. Se vamos descansar, essa pessoa torna-se o nosso pesadelo. Se vamos nos assentar para tomar uma refeição, essa pessoa tira o nosso apetite.
Se nosso propósito é sair de férias com a família, essa pessoa pega carona conosco e estraga as nossas férias. Por essa razão, perdoar não é apenas uma questão imperativa, mas, também, uma atitude de bom senso. O perdão alivia a bagagem, tira o fardo das costas e terapeutiza a alma.
Mas, o que é perdão? Perdão é alforriar o ofensor. Perdoar é não cobrar nem revidar a ofensa recebida. O perdão não exige justiça; exerce misericórdia. O perdão não faz registro das mágoas. Perdoar é lembrar sem sentir dor.
Até quando devemos perdoar? A Bíblia nos diz que devemos perdoar assim como Deus em Cristo nos perdoou. Devemos perdoar de forma ilimitada e incondicional. Devemos perdoar não apenas até sete vezes, mas até setenta vezes sete.
Por que devemos perdoar? Porque fomos perdoados por Deus. Os perdoados precisam ser perdoadores. No céu só entram aqueles que foram perdoados; e se não perdoarmos, não poderemos ser perdoados. Logo, todo crente em Cristo precisa praticar o perdão.
Quem deve tomar iniciativa no ato do perdão? Jesus disse que se nos lembrarmos que nosso irmão tem alguma coisa contra nós, devemos ir a ele. Não importa se somos o ofensor ou o ofendido. Sempre devemos tomar a iniciativa, e isso com humildade e espírito de mansidão.
Precisamos entender que nem o tempo nem o silêncio são evidências de perdão. É preciso o confronto em amor. Há muitas pessoas doentes emocionalmente porque não liberam perdão.
Há muitas pessoas fracas espiritualmente porque não têm a humildade de pedir e conceder perdão. Precisamos quebrar esses grilhões, a fim de vivermos a plenitude da liberdade cristã.
O perdão é a manifestação da graça de Deus em nós. Se nos afastarmos de Deus, nosso coração torna-se insensível. Porém, se nos aproximarmos de Deus, ele mesmo nos move e nos capacita a perdoar assim como ele em Cristo nos perdoou.
Créditos:
texto: Rev. Hernandes Dias Lopes
formatação: Nerivaldo Lopes
data: 12.3.2010
música: Don
’t leave me (E.Cortazar)