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sexta-feira, 4 de maio de 2012

PERDÃO NA FAMÍLIA - Ministério Casais Amo Você



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  • PERDÃO NA FAMÍLIA

  • Pronto. Acabei tudo com ela.
  • Não foi uma noite. Mas dez anos, de luta, frustração, aferroado de ira vivida dia a dia.
  • Aquele marido iria dar um basta.
  • No começo foi tudo tão bonito. A proximidade do namoro, o interesse mútuo, a alegria com o nascimento do primeiro filho.
  • Então chegou o dia em que ela não quis falar, surgiu uma camada impermeável, uma distância invencível.
  • Estavam juntos em casa, mas a existência vazia. Só irritação, desprezo, e falta de perdão, um clima denso de hostilidade.
  • "É claro que vou perdoar-lhe, mas antes o outro vai pagar um pouco o erro cometido, ainda não é o momento". Assim ambos pensavam, e o silêncio e apatia surgiram, se estendendo por dias, semanas e meses.
  • Esta situação é mais comum do que pensamos. Maridos e esposas tem por vezes a convicção de que a pessoa que se comportou mal tem de pagar por seus erros.
  • A forma como são cobrados tais erros tornam a segunda situação pior que a primeira.
  • E os filhos ficam assistindo passivos, sofrendo com as atitudes mútuas das duas pessoas que eles mais amam e que deveriam se amar.
  • O mesmo ocorre quando as relações entre muitos pais e filhos são abaladas. Ficam silenciosos desprezando uns aos outros.
  • Aquele lugar onde o perdão precisa ser mais praticado, torna-se num campo de batalha, onde palavras que nunca deveriam ser ditas e atitudes e ações nocivas, que jamais poderiam ocorrer, marcam o cotidiano de milhares de famílias.
  • O que fazer?
  • O primeiro passo é reconhecer que onde existem duas ou mais pessoas, como é o caso de uma família, fatalmente os conflitos surgirão.
  • Temos uma experiência de vida diferente uns dos outros e nos unimos todos debaixo do mesmo teto, ocorrendo cotidianamente escolhas próprias conforme o gosto pessoal e a maneira de ver as coisas.
  • O passo seguinte então é descartar o mito que os casamentos e consequentemente as famílias felizes não têm conflitos e disputas de opinião.
  • Tomemos alguns exemplos:
  • - Marido e esposa no supermercado escolhem um mesmo produto, mas de marcas e preços diferentes.
  • - O marido quer assistir ao futebol, a esposa quer ver um filme e os filhos querem assistir desenhos animados, ou brincar lá fora com os pais.
  • A esposa quer sair para passear, já o esposo prefere ficar em casa, pois
  • ficou fora a semana toda.
  • Assim poderíamos citar centenas de situações, que agora nos parecem muito simples, mas que no momento podem gerar tensões que tiram a paz e a alegria do convívio familiar.

  • Quem perdoa não valoriza a ofensa, mas o outro.
  • Quem perdoa não senta no túmulo das lembranças desagradáveis.
  • Quem perdoa aceita outro como ele é, embora não concorde com suas atitudes negativas.
  • Ninguém é tão mal que Deus não o ame.
  • Ninguém está excluído do perdão de Deus, a menos que se exclua.
  • Todos temos valor, pois Jesus morreu por nós.
  • Se você deixa de dar o perdão até que o ofensor o mereça, nada feito. Isso não é perdão.
  • Perdoe imediatamente.
  • Ore a Deus e perdoe quando sentir a primeira mágoa, antes que seja dominado pela amargura.
  • O tempo passa rápido, não desperdice com amargura, custa menos perdoar do que manter viva a mágoa.
  • Não espere o outro lhe pedir perdão, faça como Deus, ofereça.
  • O perdão é uma experiência contínua, diária, constante, enquanto existir imperfeição precisamos perdoar e ser perdoados.
  • O que passou, passou ao passado nada pode mudá-lo, porém o seu significado pode ser mudado.
  • Perdoe e seja feliz.

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terça-feira, 1 de maio de 2012

Por que devemos perdoar?

Em algum momento da vida, todos já sofreram injustiças, ofensas e pecados. Como devemos reagir quando tais ofensas acontecem? De acordo com a Bíblia, devemos perdoar. Efésios 4:32 declara: “Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.” Da mesma forma, Colossenses 3:13 proclama: “Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.” A chave nos dois versículos das Escrituras é que devemos perdoar aos outros, como Deus nos perdoou. Por que perdoamos? Porque já fomos perdoados!

O perdão seria simples se nós tivéssemos que concedê-lo somente àqueles que vêm pedir com tristeza e arrependimento. A Bíblia nos diz que devemos perdoar incondicionalmente àqueles que pecaram contra nós. Recusar-se verdadeiramente a perdoar a uma pessoa demonstra ressentimento, amargura e raiva: e nenhuma dessas características são próprias de um cristão. Na oração do Pai Nosso, pedimos a Deus que nos perdoe de nossos pecados, assim como perdoamos aos nossos devedores (Mateus 6:12). Jesus disse em Mateus 6:14-15: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.” À luz de outras Escrituras que falam do perdão de Deus, compreende-se melhor Mateus 6:14-15 como dizendo que as pessoas que se recusam a perdoar ainda não experimentaram, elas mesmas, o perdão de Deus.

Sempre que falhamos desobedecendo a um dos mandamentos de Deus, contra Ele pecamos. Todas as vezes que fazemos mal a outra pessoa, pecamos não somente contra ela, mas também contra Deus. Quando olhamos a vastidão da misericórdia de Deus em nos perdoar de TODAS as nossas transgressões, nos damos conta que nós não temos o direito de reter esta graça para com os outros. Pecamos contra Deus infinitamente mais do que qualquer pessoa poderia algum dia pecar contra nós. Se Deus nos perdoa de tanto, como podemos recusar perdão a outros por tão pouco? A parábola de Jesus em Mateus 18:23-35 é uma poderosa ilustração desta verdade. Deus promete que quando viermos a Ele pedindo perdão, Ele livremente o concede (I João 1:9). O perdão que estendemos não deve ter limites, da mesma forma que o perdão de Deus é ilimitado (Lucas 17:3-4).  GOTQUESTIONS







E para que não restasse dúvida alguma, Jesus contou a parábola do “devedor implacável”: aquele que, devendo muitíssimo ao seu rei e tendo sido perdoado, não soube ser misericordioso para com o companheiro que lhe devia pouca coisa.
Resultado: foi-lhe retirado o perdão. Assim Jesus conclui a parábola: “Eis como o Pai celeste agirá convosco, se cada um de vós não perdoar, de coração, ao seu irmão” (Mt 18,35).
Deus pede que a gente perdoe sempre. Custe o que custar. Tenhamos ou não razão! Trata-se de um gesto maravilhoso, divino, podemos dizer, já que só Deus, como afirma a Bíblia, perdoa e esquece, desde que não nos fechemos ao seu perdão. Enquanto não formos misericordiosos, podemos pretender alcançar misericórdia? (cf. Mt 5,7)
Aos cristãos, Jesus fez mais uma recomendação: “Se estiveres para trazer a tua oferta para o altar, e ali lembrares de que teu irmão tem algo contra ti, deixa a tua oferta diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão. Só depois virás apresentar a tua oferta” (Mt 5,23-24).
Na prática, porém, vê-se que até em família, e nas próprias comunidades religiosas, é difícil “dar o braço a torcer”, tomar a iniciativa da reconciliação! E continuamos a “levar a nossa oferta diante do altar”, embora saibamos que nosso irmão/irmã tem “ alguma coisa” contra nós.
É uma exigência do Evangelho que deve ser levada muito a sério! Naturalmente, não devemos confundir perdão com impunidade, pois a ordem social deve ser preservada e os prejuízos devem ser ressarcidos. O que tristemente nem sempre acontece, e com grande prejuízo para os cidadãos.

O julgamento é um grande bloqueio ao perdão. Infelizmente, muitas vezes nós somos verdadeiras máquinas de julgar. Aprendemos a julgar desde cedo, e continuamos a julgar tudo e a todos os que passam pela nossa frente e que não se ajustam ao “nosso mundinho”.
Infelizmente nós construímos um mundo particular, a nossa zona segura e confortável. Tudo o que sai dessa zona, que se diferencia disso, nos perturba, nos aborrece, nos faz mal.
É desagradável e humilhante reconhecer-se limitado. A questão é que o orgulho nos leva para a auto-suficiência, enquanto que, para praticar o perdão, tenho que abrir mão do meu direito de “estar certo” sempre e em todas as situações.
Disso parte a maldita mania de criticar e condenar os nossos irmãos que, sem dúvida, deveriam ser louvados e enaltecidos pelos inúmeros lados positivos que eles têm.
Sentir-se culpado e admitir o próprio erro pode ser fonte de equilíbrio e sinal de maturidade. Acontece porém que muitas vezes constatamos que não sabemos perdoar nem a nós próprios. Sentimos remorsos e sentimentos de culpa que angustiam nossa existência.
Mas, o que é este sentimento de culpa? É uma tristeza, um mal estar por fatos errados acontecidos ao longo de nossa vida. É um sentimento de culpa que se resume nesta expressão: “Não deveria ter feito isto”. Diante disso, o indivíduo é inclinado a se julgar como um sujeito mau, ruim, errado, infiel, incoerente.
Nasce assim um sentimento de frustração e de culpa que vai corroendo por dentro, alimentando a tristeza, o fechamento e o mau humor. Infelizmente, este complexo de culpa, longe de nos animar para o crescimento, na busca por grandes ideais de doação e serviço, faz-nos gastar energias em lamentações por aquilo que já ocorreu.
Perdoar a si mesmo é restabelecer a própria unidade interior. O auto-perdão é um sim à vida. O amor de Deus é maior que os nossos erros e pode transformá-los em novas perspectivas de vida e de esperanças.
Outros podem não perdoar. Mas o cristão que quer viver autenticamente sua fé e os ideais evangélicos, deve perdoar, pois faz parte da essência do cristianismo condenar o erro e amar o pecador. É por isso que o cristianismo é uma religião difícil de se abraçar.
Depois de tudo que foi dito, não hesitemos em assumir a nossa responsabilidade de sermos misericordiosos, de perdoar, à imitação do nosso Mestre.
É uma opção de vida que nos faz olhar para a frente e que só contribuirá para melhorar este mundo cada vez mais angustiado pela falta de fraternidade e de perdão que provoca tantas guerras e divisões.
Pe. Paulo De Coppi


sábado, 28 de abril de 2012

Texto escolhido do dia: O Perdão de Deus é Real?

O Perdão de Deus é Real?
Por isso, o reino dos céus é semelhante a um rei que resolveu ajustar contas com os seus servos.
24  E, passando a fazê-lo, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos.
25  Não tendo ele, porém, com que pagar, ordenou o senhor que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo quanto possuía e que a dívida fosse paga.
26  Então, o servo, prostrando-se reverente, rogou: Sê paciente comigo, e tudo te pagarei.
27  E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida.
28  Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem denários; e, agarrando-o, o sufocava, dizendo: Paga-me o que me deves.
29  Então, o seu conservo, caindo-lhe aos pés, lhe implorava: Sê paciente comigo, e te pagarei.
30  Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida.
31  Vendo os seus companheiros o que se havia passado, entristeceram-se muito e foram relatar ao seu senhor tudo que acontecera.
32  Então, o seu senhor, chamando-o, lhe disse: Servo malvado, perdoei-te aquela dívida toda porque me suplicaste;
33  não devias tu, igualmente, compadecer-te do teu conservo, como também eu me compadeci de ti?
34  E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que lhe pagasse toda a dívida.
35  Assim também meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão.
(Mateus 18:23-35)
Nesta parábola de Jesus tiramos uma das lições mais belas da Bíblia, é onde Jesus nos mostra o caráter de Deus, como ele age conosco em relação aos nossos erros, e no segundo momento, como o homem se esquece rápido de quem ele é, e quer, sem ter direito nenhum, se tornar juiz de alguém que esta, até mesmo numa posição nem tão complicada quanto aquele que o tenta julgar.
O rei que resolve ajustar contas com seus servos, representa o Senhor, dono de tudo e de todos, o qual deve ser adorado, pois é o único digno de honra, glória e louvor. Ele usa de sua justiça, não para destruir os homens, mas para mostrar que, se fosse baseado no que merecemos, com certeza nem esse planeta onde vivemos hoje existiria, pois como diz a escritura: obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração, os quais, tendo-se tornado insensíveis, se entregaram à dissolução para, com avidez, cometerem toda sorte de impureza (Ef 4:18-19). Esses, somos eu e você, quando tentamos convencer Deus que Ele deve nos abençoar por merecimento, quando não aceitamos que recebemos da vida de Deus pela graça, pelo sacrifício de Jesus na cruz.
Então, nesse momento eis aí o tamanho da nossa dívida: Dez mil talentos. Um talento era a mais alta unidade monetária da moeda corrente da época de Jesus, e era equivalente a seis mil denários ou dracmas. Uma tal soma de dinheiro era praticamente incontável e ilustra a enorme dívida do pecado que todos temos incorrido diante de Deus. O Senhor deste servo teria todo o direito de ordenar que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo quanto possuía e que a dívida fosse paga. Mas como Deus é maravilhoso e não julga segundo o conceito dos homens, ele perdoou essa enorme dívida que, para qualquer um de nós, seria impossível pagar. Por isso eu sempre digo que Deus é maravilhoso, Jesus disse: Se alguém ouvir as minhas palavras e não as guardar, eu não o julgo; porque eu não vim para julgar o mundo, e sim para salvá-lo (João 12:47), mesmo tendo poder para isso Ele prefere nos perdoar, quando nos apresentamos diante Dele com espírito quebrantado e coração contrito, a esse Deus não despreza (Salmo 51:17).
Vejamos agora como é que agimos, quando nos encontramos numa posição parecida com a de Deus, o que nós, baseados na sabedoria humana temos a tendência a fazer. É importe repetir as palavras que um homem de Deus ministrou na abertura de um culto na Igreja do Evangelho Quadrangular: Primeiro Deus fala com o pregador, ele trabalha no caráter no pregador, para depois trabalhar no caráter da igreja.
Vamos à definição de Denário: O denário romano era o salário de um dia para o trabalhador e era equivalente à dracma grega. A soma devida pelo segundo servo ao primeiro nada é, quando comparada a dívida do primeiro servo para com o Rei, e era menos que uma parte numa centena de milhares.
Cabe a nós perdoarmos, quantas vezes nos esquecemos do tamanho do maravilhoso perdão de Deus, e quando chega a nossa vez de perdoar um irmão, um amigo, um colega, fechamos nosso coração e achamos que temos o direito de negar-lhe nossa boa vontade. Por isso digo o que sempre ouvi de homens ungidos por Deus, que não adianta trabalhar, estudar, se aperfeiçoar em coisas baseadas na sabedoria de homens. Por mais profundo que seja a aparência desse conhecimento, não é nada comparado à Palavra revelada do Senhor em nosso coração.
Nessa parábola de Jesus o débito que o segundo servo tinha com o primeiro, era simplesmente uma questão de tempo para ser paga, a soma de dinheiro, com o trabalho dele com certeza seria capaz de pagar, diferente da situação do primeiro servo com o Rei, o qual tinha uma dívida impossível de ser paga. Quando perdoamos nosso próximo, estamos lhe dando a chance de se retratar, e provavelmente, logo ali na frente essa mesma pessoa poderá ter uma oportunidade de se retratar e nos recompensar pelo mal que causou anteriormente.
Quem entre vós é sábio e inteligente? Mostre em mansidão de sabedoria, mediante condigno proceder, as suas obras.
14  Se, pelo contrário, tendes em vosso coração inveja amargurada e sentimento faccioso, nem vos glorieis disso, nem mintais contra a verdade.
15  Esta não é a sabedoria que desce lá do alto; antes, é terrena, animal e demoníaca.
16  Pois, onde há inveja e sentimento faccioso, aí há confusão e toda espécie de coisas ruins.
17  A sabedoria, porém, lá do alto é, primeiramente, pura; depois, pacífica, indulgente, tratável, plena de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimento.
18  Ora, é em paz que se semeia o fruto da justiça, para os que promovem a paz.
(Tiago 3:13-18)
Minha oração é para que nós possamos nos humilhar diante de Deus, para aprender com Ele, como devemos proceder, para que ao vivermos a nossa vida, estejamos firmados na rocha e não em regras estabelecidas pela sociedade, que até hoje não foram capazes de resolver nada.
Ministério Salmo 40
Esperei confiantemente pelo Senhor; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro. Tirou-me de um poço de perdição, de um tremedal de lama; colocou-me os pés sobre uma rocha e me firmou os passos. E me pôs nos lábios um novo cântico, um hino de louvor ao nosso Deus; muitos verão essas coisas, temerão e confiarão no Senhor.
(Salmo 40:1-3)
"As opiniões ditas pelos colunistas são de inteira e única responsabilidade dos mesmos, as mesmas não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores."

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Por Salmo40 em 24 de abril de 2012 
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quinta-feira, 22 de março de 2012

"Quando, por que e como o Senhor Deus nos disciplina quando pecamos?"


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A disciplina do Senhor é um fato bastante ignorado na vida dos crentes. Geralmente a gente expressa certo pesar por causa das nossas circunstâncias sem perceber que elas são apenas as consequências do nosso próprio pecado, e são parte da disciplina amorosa e graciosa de Deus. A ignorância egoísta pode contribuir à formação de pecado habitual na vida de um crente, o qual gera ainda mais disciplina.

Disciplina não deve ser confundida com punição a sangue frio. A disciplina do Senhor é uma resposta ao Seu amor por nós, e o Seu desejo para que cada um de nós sejamos santos. "Filho meu, não rejeites a disciplina do SENHOR, nem te enfades da sua repreensão. Porque o SENHOR repreende a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem" (Provérbios 3:11-12). Deus vai usar testes, provações e vários predicamentos para nos trazer de volta a Ele em arrependimento. O resultado dessa disciplina é uma fé mais forte e um relacionamento renovado com Deus (Tiago 1:2-4), sem mencionar destruir o poder que tal pecado tem sobre você.

O Senhor vai lidar com pecado contínuo, sem arrependimento ou "severo" de uma forma mais severa. Você não vai perder a recompensa que ganhou aqui na terra, mas talvez você não vai estar na terra por muito mais tempo! Leia 1 Coríntios 10:6-10, 1 Coríntios 11:28-30, 1 João 5:16-17 e a história de Ananias e Safira em Atos 5. Em cada um desses casos o pecado resultou em morte. Isso é extremo, mas definitivamente algo a considerar antes de nos entregar a um pecado habitual.

A disciplina do Senhor é para o nosso próprio bem, para que Ele seja glorificado com nossas vidas. Ele quer que tenhamos vidas de santidade, vidas que refletem a nova natureza que Deus nos tem dado: "Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância; pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo" (1 Pedro 1:14-16). Se pecamos e não demonstramos nenhum arrependimento, podemos esperar ser disciplinados. A dureza da disciplina, no entanto, é como formar um diamante de sua matéria-prima, pois dessa mesma forma seremos refinados e fortalecidos. Ignorar a disciplina do Senhor e continuar a pecar vão nos trazer mais disciplina, mais dificuldades e até mesmo a morte.

http://www.gotquestions.org/ 



Oração de Arrependimento e Libertação






Essa oração será muito efetiva se rezada de coração e com sinceridade.









O Senhor disse:
"Que eles se arrependam perante Mim com estas palavras":


Senhor Deus, te agradeco pois Vós me suportastes todos estes anos, com meus pecados, e mesmo assim Vos compadecestes de mim.
Desencaminhei-me em todos os sentidos,
mas agora não mais pecarei.
Tenho-Vos ofendido e sido injusto.
Não mais serei assim.
Estou arrependido e renuncio ao pecado, renuncio ao Demônio,
renuncio à iniqüidade que mancha minha alma.
libertai minha alma de tudo que é contrário a Vossa Santidade.
Suplico-Vos, Senhor, que me liberteis de todo mal.
Vinde, Jesus, agora,
vinde habitar em meu coração.
Perdoai-me, Senhor, e permiti-me descansar em Vós.
por que sois meu Escudo, meu Redentor e minha Luz,
e em Vós confio.
A partir de hoje, eu Vos bendirei, Senhor, a todo momento.
Repudio o mal e todos os outros deuses e ídolos,
porque sois excelso sobre todo o mundo,
transcendendo em muito a tudo o que existe. Só tu és Deus.
Com Vosso braço poderoso, livrai-me da doença,
livrai-me de me tornar um prisioneiro,
livrai-me das perturbações
e subjugai meu inimigo, o Demônio.
Vinde depressa em meu socorro, ó Salvador! Em nome de Jesus oro e agradeco,
Amém.



http://www.tlig.org/pg/pgdeliver.html
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quinta-feira, 8 de março de 2012

Got questions - O que a Bíblia diz sobre a ira?

Pergunta: "O que a Bíblia diz sobre a ira?"

Resposta: 
Lidar com a ira é um tópico muito importante. Um conselheiro experiente disse que 50% das pessoas que vieram ao seu consultório para aconselhamento tinham problemas com ira. Ela pode destruir a comunicação e acabar com relacionamentos, além de arruinar a alegria e saúde de muitos. É muito comum que pessoas tentem justificar sua ira, ao invés de aceitar a responsabilidade por seu comportamento. Há um tipo de ira que a Bíblia chama de indignação justa, mas ela não deve ser confundida com a ira da qual estamos falando aqui. 

Em primeiro lugar, ira nem sempre é um pecado. Deus é raivoso (Salmo 7:11; Marcos 3:5), e os crentes são comandados a se irarem (Efésios 4:26). Duas palavras gregas são usadas no Novo Testamento para a nossa palavra “ira”. Uma (orge) significa “paixão, energia”; a outra (thumos) significa “agitado, fervendo”. O dicionário Webster define a ira como “emoção excessiva, paixão despertada por um sentimento de injustiça ou erro”; essa injustiça pode ter sido contra nós ou outra pessoa. Biblicamente falando, a ira é uma energia dada por Deus para nos ajudar a resolver problemas. Exemplos de ira bíblica incluem Paulo confrontando Pedro por causa de seu mau exemplo em Gálatas 2:11-14, Davi estando chateado ao escutar o profeta Natã narrando sua injustiça (2 Samuel 12) e Jesus ficando irado pela forma em que alguns judeus tinham defamado o louvor no templo de Deus em Jerusalém (João 2:13-18). Note que nenhum desses exemplos de ira envolveram auto-defesa, mas defesa de outras pessoas ou de um princípio.

No entanto, a ira se torna um pecado quando é causada por motivos egoístas (Tiago 1:20), quando o objetivo de Deus é destorcido (1 Coríntios 10:31), ou quando a ira permanece por muito tempo (Efésios 4:26-27). Ao invés de usar a energia gerada pela ira para atacar o problema em mão, a pessoa é que acaba sendo atacada. Efésios 4:15, 19 diz que devemos falar a verdade em amor e crescer em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, e não permitir com que palavras insensíveis ou destrutivas saiam de nossas bocas. Infelizmente, esse falar venenoso é uma característica comum do homem pecador (Romanos 3:13-14). A ira se torna um pecado quando permitimos com que transborde sem limites, resultando em um cenário no qual todos presentes se machucam (Provérbios 29:11), devastando tudo e todos, com consequências irreparáveis. A ira também se torna um pecado quando o que está irado se recusa a se acalmar, e acaba guardando rancor ou mágoas dentro de si (Efésios 4:26-27). Isso pode causar depressão e irritabilidade com qualquer coisinha, geralmente com coisas que não tinham nada a ver com o problema original. 

Podemos lidar com a ira de uma forma bíblica:
1) Ao reconhecer e admitir que nossa ira e a forma na qual lidamos com ela são egoístas (Provérbios 28:13; 1 João 1:9). Essa confissão deve ser a Deus e àqueles que se machucaram como resultado de nossa ira. Não devemos minimizar esse pecado e dizer que “as coisas esquentaram um pouco o outro dia” ou ao tentar transferir a culpa: “bem, se você não tivesse agido do jeito que agiu...”

2) Ao ver que Deus tem controle sobre tudo. Isso é de grande importância especialmente quando outras pessoas fizeram algo para nos ofender especificamente. Tiago 1:2-4; Romanos 8:28-29 e Gênesis 50:20 apontam ao fato de que Deus é soberano e em total controle sobre TODAS as cirscunstâncias e pessoas que cruzam nosso caminho. Nada acontece conosco que Ele não permite. E assim como todos esses versículos ensinam, Deus é um Deus BOM (Salmo 145:8,9,17) que faz coisas boas e usa todas as coisas em nossas vidas para o nosso bem e para o bem daqueles que estão ao nosso redor! Refletir nessa verdade até que penetre nossas cabeças e corações vai influenciar como reagimos com aqueles que nos machucaram muito. 

3) Ao dar espaço para a ira de Deus. Isso é especialmente importante em casos de injustiça, especialmente quando executados por homens “malignos” a pessoas “inocentes”. Gênesis 50:19 e Romanos 12:19 nos dizem que não devemos fazer o papel de Deus. Deus é correto e justo, e podemos confiar que Aquele que conhece tudo e vê tudo vai agir justamente (Gênesis 18:25). 

4) Ao não retornar mal ao invés do bem (Gênesis 50:21; Romanos 12:21). Isso é de grande importância para converter nossa ira em amor. Assim como as nossas ações se originam em nossos corações, assim também nossos corações podem ser alterados por nossas ações (Mateus 5:43-48). Isso quer dizer que podemos mudar nossos sentimentos em relação a uma pessoa ao mudar como escolhemos agir ao redor dessa pessoa. 

5) Ao escolher se comunicar bem para resolver o problema. Há quatro regras básicas para comunicação, de acordo com Efésios 4:15,25-32:

a) Seja honesto no seu falar (Efésios 4:15,25). As pessoas não podem ler nossas mentes. Fale a verdade EM AMOR. 

b) Não acumule (Efésios 4:26-27). Não devemos permitir que o que está nos incomodando acumule até que finalmente perdemos o controle. Compartilhar e lidar com o que está nos incomodando antes de chegar a esse ponto é muito importante. 

c) Ataque o problema, não a pessoa (Efésios 4:29,31). Devemos manter o volume de nossa voz baixo (Provérios 15:1). Gritaria é geralmente considerada uma forma de ataque. 

d) Aja, não reaja (Efésios 4:31-32). Por causa de nossa natureza pecaminosa, nosso primeiro impulso é geralmente pecaminoso (verso 31). O tempo que passamos “contando até dez” deve ser usado para refletir em uma resposta que agrada a Deus (verso 32) e para nos lembrar que a ira deve ser usada para resolver problemas, não para criar outros problemas maiores. 

6) Em último lugar, devemos fazer a nossa parte para resolver o problema (Atos 12:18). Não podemos controlar como outras pessoas vão responder, mas podemos cuidar do que deve ser mudado da nossa parte. Superar um temperamento explosivo não vai acontecer da noite para o dia. No entanto, através de orações, estudos Bíblicos e dependência do Espírito Santo de Deus, podemos ter vitória. Assim como talvez nós deixamos com que a ira fizesse parte de nossas vidas através de prática habitual, também precisamos praticar responder da forma correta até que se torne um novo hábito que substitui os velhos hábitos. Leia a seguir alguns versículos do livro de Provérbios que lidam com o tópico da ira:

6:34 - ... porque o ciúme enfurece ao marido, que de maneira nenhuma poupará no dia da vingança.
14:17 - Quem facilmente se ira fará doidices; mas o homem discreto é paciente.
14:29 - Quem é tardio em irar-se é grande em entendimento; mas o que é de ânimo precipitado exalta a loucura.
15:1 - A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.
15:18 - O homem iracundo suscita contendas; mas o longânimo apazigua a luta.
16:32 - Melhor é o longânimo do que o valente; e o que domina o seu espírito do que o que toma uma cidade.
19:11 - A discrição do homem fá-lo tardio em irar-se; e sua glória está em esquecer ofensas.
19:19 - Homem de grande ira tem de sofrer o castigo; porque se o livrares, terás de o fazer de novo.
22:24,25 - Não faças amizade com o iracundo; nem andes com o homem colérico; para que não aprendas as suas veredas, e tomes um laço para a tua alma.
27:4 - Cruel é o furor, e impetuosa é a ira; mas quem pode resistir à inveja?
29:8 - Os escarnecedores abrasam a cidade; mas os sábios desviam a ira.
29:22 - O homem iracundo levanta contendas, e o furioso multiplica as transgressões.