Mostrando postagens com marcador estudos bíblicos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador estudos bíblicos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Pergunta: "Pode o homem viver sem Deus?"

"Pode o homem viver sem Deus?"

Resposta:
Contrário às afirmações de ateístas, estetas e epicuristas através dos séculos, o homem não pode viver sem Deus. O homem pode ter uma existência mortal sem confessar que Deus existe, mas não sem o fato de Deus.

Como o Criador, Deus deu início à vida humana. Dizer que o homem pode existir sem Deus é dizer que um relógio pode existir sem o relojoeiro, ou que uma história pode existir sem um contador de histórias. Devemos todo o nosso ser a Deus, em Cuja imagem somos feitos (Gênesis 1:27). Nossa existência depende de Deus, quer queiramos aceitar a Sua existência ou não.

Como o Sustentador, Deus continuamente concede a vida (Salmos 104:10-32). Ele é a vida (João 14:6), e toda a criação subsiste pelo poder de Cristo (Colossenses 1:17). Até mesmo aqueles que rejeitam a Deus recebem seu sustento dEle: “Porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos” (Mateus 5:45). Pensar que o homem pode viver sem Deus é achar que um girassol pode viver sem luz ou uma rosa sem água.

Como o Salvador, Deus dá vida eterna àqueles que acreditam no Seu Filho. Vida se encontra em Cristo, o qual é a Luz dos homens (João 1:4). Jesus veio para que possamos ter vida “em abundância” (João 10:10). Todos aqueles que colocam sua confiança nEle são prometidos eternidade com Ele (João 3:15-16). Para o homem viver – realmente viver – ele precisa conhecer a Cristo (João 17:3).

Sem Deus, o homem tem vida física apenas. Deus advertiu a Adão e Eva que no dia que rejeitassem a Deus, eles certamente morreriam (Gênesis 2:17). Como sabemos, eles desobedeceram, mas não morreram fisicamente naquele dia; eles morreram espiritualmente. Algo dentro deles morreu – a vida espiritual que tinham conhecido, a comunhão com Deus, a liberdade de poder gozar da Sua presença, a inocência e pureza de suas almas – tudo isso tinha acabado.

Adão, o qual tinha sido criado para viver em comunhão com Deus, foi amaldiçoado com uma existência completamente carnal. O que Deus queria que fosse de pó à glória, agora iria de pó a pó. Assim como Adão, o homem sem Deus ainda hoje vive em uma existência terrena. Ele pode até parecer muito feliz; já que há muito divertimento e prazer que podem ser desfrutados nessa vida.

Alguns rejeitam a Deus mas ainda vivem vidas de diversão e alegria. Suas ambições carnais aparentam render-lhes uma existência gratificante e tranquila. A Bíblia diz que há um certo gozo que pode ser desfrutado do pecado (Hebreus 11:25). O problema é que tudo isso é temporário; a vida nesse mundo é curta (Salmos 90:3-12). Mais cedo ou mais tarde, o hedonista, assim como o filho pródigo da parábola, percebe que os prazeres desse mundo não sustentam sua alma (Lucas 15:13-15).

No entanto,nem todo mundo que rejeita a Deus é um desperdiçador como o filho pródigo. Há várias pessoas que não são salvas, mas vivem uma vida sóbria e disciplinada – até mesmo vidas gratificantes e felizes. A Bíblia apresenta certos princípios morais que vão beneficiar qualquer um desse mundo – fidelidade, modéstia, auto-controle,etc. Provérbios 22:3 é um exemplo de uma dessas verdades gerais. No entanto, o problema é que, sem Deus, o homem tem apenas esse mundo. Viver uma vida sem problemas não é nenhuma garantia de que estamos prontos para a próxima vida. Veja a parábola do fazendeiro rico em Lucas 12:16-21, e a conversa de Jesus com o jovem homem rico (e muito moral) em Mateus 19:16-23.

Sem Deus, o homem não encontra realização verdadeira, nem mesmo nessa vida mortal. Thomas Merton observou que o homem não tem paz com outros homens porque não está em paz consigo mesmo, e ele não tem paz consigo mesmo porque ele não tem paz com Deus.

A busca dos prazeres só por ter prazer é um sinal de tumulto interior, uma ilusão de felicidade do epicurista. Aqueles que procuram por prazer têm descoberto várias vezes, durante o curso da história, que as diversões temporárias da vida trazem desespero mais profundo. Aquele sentimento irritante de “algo está errado” é difícil de combater. O Rei Salomão se entregou a uma busca de tudo que esse mundo tem a oferecer, e registrou seus descobrimentos no livro de Eclesiastes.

Salomão descobriu que conhecimento, por si só, é fútil (Eclesiastes 1:12-18). Ele descobriu que prazer e riquezas são fúteis (2:1-11), que materialismo é uma tolice (2:12-23), e que riquezas são passageiras (capítulo 6).

Salomão conclui que a vida é um presente de Deus (3:12-13) e que a única forma sábia de viver é temendo a Deus: “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem. Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más” (12:13-14).

Em outras palavras, há mais para essa vida do que a dimensão física. Jesus enfatiza isso quando diz: “Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mateus 4:4). Não o pão (o físico), mas a Palavra de Deus (o espiritual) é o que nos mantém vivos. Blaise Pascal disse: “É em vão, oh homens, que procurais dentro de si mesmos a cura para todas as suas misérias.” O homem só pode achar vida e realização quando Ele reconhece a existência de Deus.

Sem Deus, o destino do homem é a morte. O homem sem Deus é espiritualmente morto; quando sua vida física acabar, ele tem que encarar morte espiritual – separação eterna de Deus. Na narrativa de Jesus sobre o homem rico e Lázaro (Lucas 16:19-31), o homem rico vive uma suntuosa vida de tranquilidade sem um pensamento de Deus, enquanto Lázaro sofre por sua vida mas conhece a Deus. É após suas mortes que os dois homens realmente compreendem a gravidade das escolhas que fizeram durante a vida. O homem rico “ergueu os olhos”, estando no tormento do inferno. Ele percebeu, já tarde, que há mais nessa vida dos que olhos podem enxergar. Enquanto isso, Lázaro é confortado no paraíso. Para ambos os homens, a duração curta da sua existência terrena não foi nada em comparação ao estado permanente de suas almas.

O homem é uma criação especial. Deus tem colocado uma consciência de eternidade nos nossos corações (Eclesiastes 3:11), e esse sentido de destino eterno pode achar sua realização apenas em Deus.


sexta-feira, 8 de junho de 2012

Pergunta: "Por que as pessoas rejeitam Jesus como seu Salvador? Quais alguns motivos que as pessoas dão para não acreditarem em Jesus?"


Resposta: Há muitos motivos pelos quais as pessoas rejeitam a Jesus, mas os quatro a seguir servem como categorias gerais:

(1) Algumas pessoas acham que não precisam de um Salvador. Essas pessoas se consideram “basicamente boas” e não percebem que elas, como todo mundo, são pecadoras e não podem se aproximar de Deus do jeito que querem. Mas Jesus disse: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6). Aqueles que rejeitam a Jesus nunca vão poder encarar a Deus e se defenderem pelos seus próprios esforços. 

(2) O medo de rejeição social ou perseguição desanimam algumas pessoas de declararem que Cristo é o seu Senhor. Os descrentes em João 12:42-43 não confessaram a Cristo porque estavam mais preocupados com a sua posição entre seus companheiros do que em fazer a vontade de Deus: “Apesar de tudo, até muitos dos principais creram nele; mas não o confessavam por causa dos fariseus, para não serem expulsos da sinagoga. Porque amavam mais a glória dos homens do que a glória de Deus.”

(3) Para algumas pessoas, as coisas que o mundo tem a oferecer são mais importantes e atraentes do que as coisas eternas. Lemos a história de um homem que pensava assim em Mateus 19:16-23. Esse homem não estava disposto a perder seus bens terrenos para ganhar um relacionamento eterno com Jesus. (Veja também 2 Coríntios 4:16-18). 

(4) Muitas pessoas resistem às tentativas do Espírito Santo de convertê-las à fé em Cristo. Estêvão, um líder da igreja primitiva, disse àqueles que estavam prestes a matá-lo: “Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo...” (Atos 7:51). O Apóstolo Paulo fez um comentário parecido a um grupo de pessoas que estavam rejeitando o evangelho em Atos 28:23-27. 

Qualquer que seja o motivo pelo qual as pessoas rejeitam a Jesus Cristo, sua rejeição tem consequências eternas e desastrosas. “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”, a não ser o nome de Jesus (Atos 4:12), e aqueles que O rejeitam, qualquer que seja o motivo, vão ter que enfrentar a eternidade “nas trevas exteriores” do inferno onde também haverá “pranto e ranger de dentes” (Mateus 25:30).


Tens Perguntas? Questões Bíblicas Respondidas.
www.GotQuestions.org/Portugues

segunda-feira, 28 de maio de 2012

ESPÍRITO SANTO - O Dia De Pentecostes


Festa de PentecostesPDFImprimirE-mail
Fontes de Pesquisa:
Revista e BEP www.cpad.com.br 
http://www.estudosbiblicos.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=5

Respondeu-lhes ele: Não vos pertence a vós saber os tempos nem os momentos que o Pai fixou em seu poder,
mas descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força; e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria e até os confins do mundo.
Dizendo isso elevou-se da {terra} à vista deles e uma nuvem o ocultou aos seus olhos.. 
Atos 1:7-9
Lição  4 - ESPÍRITO SANTO - O Dia De Pentecostes
 
SEMANAS = SHAVUOT  (Pentecostes)
Em Levítico 23:16 encontramos a expressão hebraica hamishshïm yom (LXX=pentêkonta hêmeras) que significa cinqüenta dias. Era comemorada cinqüenta dias depois da festa das primícias quando era ofertado o primeiro molho de trigo da colheita (Lv.23:11,12,15,16; Dt.16:9), aos 6 do mês de Sivan, que corresponde ao mês de junho em nosso calendário. Comemorada após cinqüenta dias ou sete semanas, recebeu também o nome de festa das semanas=hagh shabhu'ôth (Ex.34:22; Dt.16:10), ou dia das primícias = yôm habbikkürïm(Ex.23:16; Nm.28:26). Comemorava a entrega da lei que foi dada no monte Sinai durante este período (Compare Ex.19:1,11 com Ex.12:6,12). Enquanto os pães asmos eram sem fermento, os pães desta oferta continham fermento (Lv.23:16-18), e deveriam ser movidos com os pães das primícias perante o Senhor (Lv.23:20).
Evento Correspondente no Novo Testamento: Pentecostes
(At.2:1; At.20:16; I Co.16:8)
Assim como os pães das primícias eram movidos (Lv.23:9-14), também os pães levedados deveriam ser movidos juntamente com eles (Lv.23:20; Rm.6:5). O Pentecoste tipifica a descida do Espírito Santo para formar a Igreja. Por causa disto está presente o fermento porque o mal está presente na Igreja (Mt.13:33; At.5:1-10; 15:1). Assim como Cristo foi removido da sepultura; os cristãos também foram simbolicamente movidos (At.4:31). Nas primícias eram oferecidos molhos de hastes separadas frouxamente reunidas, mas no Pentecoste há uma verdadeira união de partes formando uma única massa. A descida do Espírito Santo uniu os discípulos, antes separados, em um só corpo (I Co.10:16,17; I Co.12:12,13,20). 
Pentecoste comemora então a vinda do Espírito Santo, que foi dado cinqüenta dias após a ressurreição de Cristo. Assim como a lei foi dada nesse período, no tempo do Antigo Testamento, para o povo de Israel, o Espírito Santo foi dado, também nesse período, para a Igreja (IICo.3:3-11). Os 120 discípulos (At.1:15) reunidos no dia de Pentecoste, sobre os quais caiu o ESPÍRITO SANTO, representavam a colheita dos primeiros frutos (Rm.8:23; Tg.1:18; Ap.14:4; Mt.13:30; 21:34). A Igreja tem a Primícia do Espírito. 

 
TEXTO ÁUREO: At 2.4
E todos foram cheios do ESPÍRITO SANTO e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.
2.4 CHEIOS DO ESPÍRITO SANTO. Qual é o significado da plenitude do Espírito Santo recebida no dia de Pentecoste? (1) Significou o início do cumprimento da promessa de Deus em Jl 2.28,29, de derramar seu Espírito sobre todo o seu povo nos tempos do fim (cf. 1.4,5; Mt 3.11; Lc 24.49; Jo 1.33; ver Jl 2.28,29 nota). (2) Posto que os últimos dias desta era já começaram (v. 17; cf. Hb 1.2; 1 Pe 1.20), todos agora se vêem ante a decisão de se arrependerem e de crerem em Cristo (3.19; Mt 3.2; Lc 13.3; ver At 2.17 notas). (3) Os discípulos foram do alto... revestidos de poder (Lc 24.49; cf. At 1.8), que os capacitou a testemunhar de Cristo, a produzir nos perdidos grande convicção no tocante ao pecado, à justiça, e ao julgamento divino, e a desviá-los do pecado para a salvação em Cristo (cf. 1.8 notas; 4.13,33; 6.8; Rm 15.19; ver Jo 16.8 nota). (4) O Espírito Santo já revelou sua natureza como aquele que anseia e pugna pela salvação de pessoas de todas as nações e aqueles que receberam o batismo no Espírito Santo ficaram cheios do mesmo anseio pela salvação da raça humana (vv. 38-40; 4.12,33; Rm 9.1-3; 10.1). O Pentecoste é o início das missões mundiais (1.8; 2.6-11,39). (5) Os discípulos se tornaram ministros do Espírito. Não somente pregavam Jesus crucificado e ressuscitado, levando outras pessoas ao arrependimento e à fé em Cristo, como também influenciavam essas pessoas a receber o dom do Espírito Santo (vv. 38,39) que eles mesmos tinham recebido no Pentecoste (v. 4). Levar outros ao batismo no Espírito Santo é a chave da obra apostólica no NT (ver 8.17; 9.17,18; 10.44-46; 19.6). (6) Mediante este batismo no Espírito, os seguidores de Cristo tornaram-se continuadores do seu ministério terreno. Continuaram a fazer e a ensinar, no poder do Espírito Santo, as mesmas coisas que Jesus começou, não só a fazer, mas a ensinar (1.1; Jo 14.12)
2.4 COMEÇARAM A FALAR EM OUTRAS LÍNGUAS. Para um exame do significado do falar em línguas ocorrido no dia de Pentecoste e noutras ocasiões, na igreja do NT, e da possibilidade de falsas línguas estranhas
VERDADE PRÁTICA:
Obediência, Perseverança e União são elementos-chave para receber a promessa do ESPÍRITO SANTO também nos dias atuais.
Obedecer significa se submeter, veja que ninguém pode se batizado nas águas sem se submeter ao batizante, assim também ninguém pode receber o batismo com o ESPÍRITO SANTO sem se submeter inteiramente ao batizante que é JESUS.
 
Leitura Diária:
Segunda - Lv 23.15-25 A Solenidade do Dia de Pentecostes
15 Depois, para vós hcontareis desde o dia seguinte ao sábado, desde o dia em que trouxerdes o molho da oferta movida; sete semanas inteiras serão.16 Até ao dia seguinte ao sétimo sábado, contareis icinqüenta dias; então, oferecereis nova oferta de manjares ao SENHOR.17 Das vossas habitações trareis dois pães de movimento; de duas dízimas de farinha serão, levedados se cozerão; jprimícias são ao SENHOR.18 Também com o pão oferecereis sete cordeiros sem mancha, de um ano, e um novilho, e dois carneiros; holocausto serão ao SENHOR, com a sua oferta de manjares e as suas libações, por oferta queimada de cheiro suave ao SENHOR.19 Também oferecereis um lbode para expiação do pecado e dois cordeiros de um ano por sacrifício pacífico.20 Então, o sacerdote os moverá com o pão das primícias por oferta movida perante o SENHOR, com os dois cordeiros; santidade serão ao SENHOR para o sacerdote.21 E, naquele mesmo dia, apregoareis que tereis santa convocação; nenhuma obra servil fareis; estatuto perpétuo é em todas as vossas habitações pelas vossas gerações.22 E, quando segardes a sega da vossa terra, não acabarás de segar os cantos do teu campo, nem colherás as espigas caídas da tua sega; para o pobre e para o estrangeiro as deixarás. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.23 E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:
24 Fala aos filhos de Israel, dizendo: No mês sétimo, pão primeiro do mês, tereis descanso, memória de jubilação, santa convocação.25 Nenhuma obra servil fareis, mas oferecereis oferta queimada ao SENHOR.

 
23.15 SETE SEMANAS. Esta festa (cf. Dt 16.10), também chamada Festa de Pentecoste, era celebrada no fim da colheita do trigo, cinqüenta dias ("Pentecoste" significa "qüinquagésimo") depois da Festa das Primícias (v. 16). Nesse dia, o povo de Deus rendia-lhe graças pelas suas abundantes dádivas de alimento e por tudo quanto os sustinha. Foi no Dia de Pentecoste que Deus derramou o
Espírito Santo sobre os discípulos de Cristo (At 2.1-4).23.24 A FESTA DAS TROMBETAS. "Memória de jubilação" é literalmente "toque de trombetas". A Festa das Trombetas era celebrada no primeiro dia do sétimo mês, provavelmente lembrando que o Dia da Expiação se aproximava (cf. vv. 26-32), e como preparação para ele, Deus queria que Israel pensasse nas coisas espirituais, e especialmente no seu relacionamento com Ele, segundo o concerto.

Terça - Dt 16.10-12 Festa de Pentecostes - Dia de Celebração em Família
10 Depois, celebrarás a Festa das Semanas ao SENHOR, teu Deus; o que deres será tributo voluntário da tua mão, segundo o SENHOR, teu Deus, te tiver abençoado.
Quarta - Êx 23.14-16 O Dia de Pentecostes era uma determinação de DEUS
23.16 A FESTA DA SEGA. É também chamada a Festa das Semanas (34.22) ou o Dia de Pentecoste (At 2.1; 20.16; ver Lv 23.10).
Quinta - Todos os varões israelitas eram obrigados a comparecer à festa de Pentecostes
Dt 16.16 - Três vezes no ano, todo varão entre ti aparecerá perante o SENHOR, teu Deus, no lugar que escolher, na Festa dos Pães Asmos, e na Festa das Semanas, e na Festa dos Tabernáculos; porém não aparecerá vazio perante o SENHOR;
Êx 23.17 - Três vezes no ano todos os teus varões aparecerão diante do SENHOR.
Sexta -Êx 34.34.20 - Ninguém podia comparecer à festa de mãos vazias
 o burro, porém, vque abrir a madre, resgatarás com um 43cordeiro; mas, se o não resgatares, cortar-lhe-ás a cabeça; todo primogênito
de teus filhos resgatarás. E ninguém xaparecerá vazio diante de mim.
Sábado - Pentecostes - Dia de oferecer a DEUS as primícias
17 Das vossas habitações trareis dois pães de movimento; de duas dízimas de farinha serão, levedados se cozerão; jprimícias são ao SENHOR.
 
Leitura Bíblica Em Classe:At 2.1-12
1 Cumprindo-se ao dia de Pentecostes, bestavam todos reunidos no mesmo lugar;2 e, de repente, veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, ce encheu toda a casa em que estavam assentados.3 E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles.4 E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.5 E em Jerusalém estavam habitando judeus, varões religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu.6 E, correndo aquela voz, ajuntou-se uma multidão e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua.7 E todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! Não são galileus todos esses homens que estão falando?8 Como pois os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos?9 Partos e medos, elamitas e os que habitam na Mesopotâmia, e Judéia, e Capadócia, e Ponto, e Ásia,10 e Frígia, e Panfília, Egito e partes da Líbia, junto a Cirene, e forasteiros romanos (tanto judeus como prosélitos),11 e cretenses, e árabes, todos os temos ouvido em nossas próprias línguas falar das grandezas de Deus.12 E todos se maravilhavam e estavam suspensos, dizendo uns para os outros: Que quer isto dizer?
2.1 PENTECOSTE. Pentecoste era a segunda grande festa sagrada do ano judaico. A primeira grande festa era a Páscoa. Cinqüenta dias após esta, vinha a festa de Pentecoste, nome este derivado do gr. penteekostos (=qüinquagésimo). Era também chamada Festas das Colheitas, porque nela as primícias da sega de grãos eram oferecidas a Deus (cf. Lv 23.17). Da mesma forma, o dia de Pentecoste simboliza, para a igreja, o início da colheita de almas para Deus neste mundo.
2.2,3 UM VENTO... IMPETUOSO, E... LÍNGUAS REPARTIDAS, COMO QUE DE FOGO. As manifestações externas de um som como de um vento poderoso e das línguas de fogo (vv. 2,3) demonstram que Deus estava ali presente e ativo, de modo poderoso (cf. Êx 3.1-6; 1 Rs 18.38,39). O fogo talvez simbolize a consagração e a separação dos crentes para Deus, visando a obra de glorificar a Cristo (Jo 16.13,14) e de testemunhar dEle (1.8). Estas duas manifestações antecederam o batismo no Espírito Santo, e não foram repetidas noutros relatos similares do livro de Atos.
2.4 CHEIOS DO ESPÍRITO SANTO. Qual é o significado da plenitude do Espírito Santo recebida no dia de Pentecoste? (1) Significou o início do cumprimento da promessa de Deus em Jl 2.28,29, de derramar seu Espírito sobre todo o seu povo nos tempos do fim (cf. 1.4,5; Mt 3.11; Lc 24.49; Jo 1.33; ver Jl 2.28,29 nota). (2) Posto que os últimos dias desta era já começaram (v. 17; cf. Hb 1.2; 1 Pe 1.20), todos agora se vêem ante a decisão de se arrependerem e de crerem em Cristo (3.19; Mt 3.2; Lc 13.3; ver At 2.17 notas). (3) Os discípulos foram do alto... revestidos de poder (Lc 24.49; cf. At 1.8), que os capacitou a testemunhar de Cristo, a produzir nos perdidos grande convicção no tocante ao pecado, à justiça, e ao julgamento divino, e a desviá-los do pecado para a salvação em Cristo (cf. 1.8 notas; 4.13,33; 6.8; Rm 15.19; ver Jo 16.8 nota). (4) O Espírito Santo já revelou sua natureza como aquele que anseia e pugna pela salvação de pessoas de todas as nações e aqueles que receberam o batismo no Espírito Santo ficaram cheios do mesmo anseio pela salvação da raça humana (vv. 38-40; 4.12,33; Rm 9.1-3; 10.1). O Pentecoste é o início das missões mundiais (1.8; 2.6-11,39). (5) Os discípulos se tornaram ministros do Espírito. Não somente pregavam Jesus crucificado e ressuscitado, levando outras pessoas ao arrependimento e à fé em Cristo, como também influenciavam essas pessoas a receber o dom do Espírito Santo (vv. 38,39) que eles mesmos tinham recebido no Pentecoste (v. 4). Levar outros ao batismo no Espírito Santo é a chave da obra apostólica no NT (ver 8.17; 9.17,18; 10.44-46; 19.6). (6) Mediante este batismo no Espírito, os seguidores de Cristo tornaram-se continuadores do seu ministério terreno. Continuaram a fazer e a ensinar, no poder do Espírito Santo, as mesmas coisas que Jesus começou, não só a fazer, mas a ensinar (1.1; Jo 14.12)
2.4 COMEÇARAM A FALAR EM OUTRAS LÍNGUAS. Para um exame do significado do falar em línguas ocorrido no dia de Pentecoste e noutras ocasiões, na igreja do NT, e da possibilidade de falsas línguas estranhas
 
Comentários: Introdução:
 
Tópico I - Os Discípulos Subiram Para O Cenáculo
1- Oração Perseverante, At 1.14 = Nunca desistir e sempre buscar a resposta de DEUS é o segredo do resposta eminente.
Perseverança significa buscar como se a única coisa importante seja o batismo com o ESPÍRITO SANTO e buscar sem desistir.
É como alguém que está se afogando dentro de uma lagoa e a coisa mais preciosa que existe para essa pessoa nesse momento é o ar para que possa respirar e ficar vivo; assim deve ser buscado o batismo com o  ESPÍRITO SANTO .
Mt 7.7 Pedí, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei e abrir-se-vos-á.
 
2- Oração unânime, At 1.14 = Quando dois ou mais concordam na terra a respeito de algo e buscam a DEUS em comunhão, a resposta é certa.
União significa estar em paz com os irmãos que vão ajudar intercedendo e comungando conosco na busca do batismo com o ESPÍRITO SANTO e desejando ser mais um na evangelização dos povos.
Mt 18.19 Ainda vos digo mais: Se dois de vós na terra concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus.
 
3- Oração Definida = A oração deve ter um objetivo definido e sempre dentro da vontade de DEUS.
Lc 11.13 Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?
 
4- Oração com Fé = Aquele que ora e duvida do poder de DEUS para realizar seu pedido, nunca recebe nada de DEUS.
Mt 21.22 e tudo o que pedirdes na oração, crendo, recebereis.
Tg 1.6 Peça-a, porém, com fé, não duvidando; pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, que é sublevada e agitada pelo vento.
 
Tópico II - Dia De Pentecostes - DEUS cumpriu Sua Promessa
1- JESUS derramou o ESPÍRITO SANTO sobre todos no dia de Pentecostes (At 2.1-3). O batizador prometeu e cumpriu.
Jo 2.28 Acontecerá depois que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos anciãos terão sonhos, os vossos mancebos terão visões;
Lc 24.49 E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai porém, na cidade, até que do alto sejais revestidos de poder.
 
a) O Vento é Soberano = Assopra onde quer, Sem interferência humana.
Veja que o batismo com o ESPÍRITO SANTO vem de cima, de DEUS, não vem de homem, não depende do homem e em de sacrifícios, mas é pela graça e misericórdia de DEUS, pela fé e não por obras.
 
b) O vento é invisível = Não se sabe de onde vem e nem para onde vai. Controlado por DEUS.
Veja que a intensidade e o modo de falar é peculiar a cada um segundo DEUS determina, assim o tipo de língua que cada um vai falar é de acordo com a vontade de DEUS, se vai receber um dom também é de acordo com a vontade de DEUS, pois o ESPÍRITO SANTO usa a cada um para o que for útil para a obra de DEUSMuitos não recebem o batismo porque querem escolher o jeito e a língua que vão falar. Não procure ver alguma língua de fogo, mas deseje que o ESPÍRITO SANTO controle todo o seu ser, principalmente sua língua.
Tg 3.4 Vede também os navios que, embora tão grandes e levados por impetuosos ventos, com um pequenino leme se voltam para onde quer o impulso do timoneiro.5 Assim também a língua é um pequeno membro, e se gaba de grandes coisas. Vede quão grande bosque um tão pequeno fogo incendeia.
 
Tópico III - Dia De Pentecostes - Dia De Resposta Divina
A promessa dada através do profeta Joel e também através do próprio JESUS agora estava se cumprindo cabalmente.
Jo 2.28 Acontecerá depois que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos anciãos terão sonhos, os vossos mancebos terão visões;
Lc 24.49 E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai porém, na cidade, até que do alto sejais revestidos de poder.
Dia de comemorar a colheita, dia de comemorar as almas que a partir de agora se converteriam a DEUS, através do poder revelador do  ESPÍRITO SANTO, inauguração da Igreja vencedora e poderosa, para inauguração nada melhor que quase três mil almas ganhas.
At 1.8 Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra.
At 2.41 De sorte que foram batizados os que receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas;
 
Tópico IV - Dia De Pentecostes - Dia De Línguas De Fogo
Havia naquele dia uma multidão em Jerusalém atraídos pelos festejos, DEUS soube escolher o dia para espalhar o evangelho para todas as nações em volta de Jerusalém (Veja mapa acima).
O barulho de 120 pessoas falando em línguas é tremendo e escandaliza ate os crentes de hoje, imagine naquele dia a curiosidade e o susto dos visitantes de Jerusalém!
Era plano de DEUS para evangelizar os povos gentílicos e judeus.
 
1- DEUS se manifesta em fogo! (Êx 19.17,18; Hb 12.29) Fogo é sinal de aceitação, de comprovação, de poder.
 At 2.3 E lhes apareceram umas línguas como que de fogo, que se distribuíam, e sobre cada um deles pousou uma.
Veja que a partir daí os discípulos perderam o medo que antes tinham de serem presos e partiram para o ataque, pregaram com ousadia e poder o evangelho libertador.
 
2- O ESPÍRITO SANTO veio com línguas repartidas como que de fogo. A identificação era para cada um individualmente.
Um sinal visível para confirmação de todos ou talvez uma visão celestial e sobrenatural para alguns somente.
 
Tópico V - Dia De Pentecostes - Dia De Revestimento De Poder
1- Todos foram cheios do  ESPÍRITO SANTO (At 2.4). Cheio é transbordante, derrama línguas, exaltação e glorificação.
Lc 6.38 A = Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando
Ef 5.18 E não vos embriagueis com vinho, no qual há devassidão, mas enchei-vos do Espírito,
 
2- A Maior necessidade dos discípulos era o poder de DEUS. Não existe maior desejo para o crente do que ser cheio do ESPÍRITO SANTO, desejo de sentir e conversar intimamente com DEUS, depois sair para a batalha sabendo que nada nos causará dano algum
Mc 16.18 pegarão em serpentes; e se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e estes serão curados..
 
Conclusão:
O pentecostes é para hoje, é para agora, é para quem crê e busca com sinceridade e desejo de servir a DEUS e testemunhar com poder.
Mt 16.17 E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu nome expulsarão demônios; falarão novas línguas;
At 2.4 E todos ficaram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem.
At 10.46 porque os ouviam falar línguas e magnificar a Deus.
At 19.6 Havendo-lhes Paulo imposto as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo, e falavam em línguas e profetizavam.
 
Os sinais são somente para os que crerem, se crer recebe, se não crer, não recebe.

sábado, 21 de abril de 2012

José do Egito



A História de José

A família de José era grande. Ele tinha dez irmãos mais velhos e um irmão mais novo chamado Benjamin.
Seu pai se chamava Jacó e sua mãe Raquel.
Ele tinha dezessete anos e cuidava do rebanho com seus irmãos. (GEN. 35:24 e 37:2)

Jacó amava mais José do que os outros filhos, porque ele era o filho da sua velhice com Raquel, que era a mulher que ele tanto amava. Certo dia Jacó resolveu dar ao seu filho José uma linda túnica.
Seus irmãos ficaram com muita inveja dele. (GEN. 37:3 e 4)

José era mesmo especial, ele começou a ter alguns sonhos “estranhos” com seus irmãos e até com os seus pais. Depois de contar os sonhos todos ficaram preocupados, até seu pai ficou chateado e os seus irmãos ficaram muita raiva. (GEN. 37:5 e 10)

Os sonhos que José teve mostravam que ele seria o mais importante da sua família. No primeiro sonho, José e seus irmãos estavam amarrando feixes de trigo no campo, o feixe de José se levantou e os feixes dos irmãos se curvaram a ele.No outro sonho o sol, a lua e onze estrelas se inclinavam para José.
Jacó não gostou do que José tinha sonhado e os seus irmãos ficaram ainda mais bravos com ele.(GEN. 37:7 a 11)

Os irmãos de José estavam em Siquém cuidando do rebanho, e Jacó mandou que José fosse ver se estavam tudo bem com eles.
José obedeceu e foi procura-los.
De longe ele foi visto pelos irmãos e falavam: “Lá vem o sonhador”.
Eles pensaram em mata-lo, mas depois mudaram de idéia. (GEN. 37:12 a 20)

José chegou e já tiraram sua túnica e depois de o terem jogado em um buraco o venderam aos mercadores por 20 siclos de prata e ele foi levado ao Egito como escravo. Para seu pai Jacó falaram que José havia sido atacado por um animal e mostraram sua túnica manchada de sangue. Jacó reconheceu a túnica e chorou pelo filho. (GEN. 37:23 a 34)

No Egito, José foi vendido para Potifar e foi morar na casa dele.Ele era casado e sua mulher gostou e queria ficar com ele, mas José fugiu dela e de raiva ela mentiu ao marido dizendo que José queria ficar com ela. Potifar acreditou em sua esposa e José então foi preso. Deus estava com ele, e lá na prisão José, explicou o sonho de um copeiro e de um padeiro.Depois de dois anos faraó teve um sonho e ninguém sabia explicar, o copeiro lembrou-se de José e falou a faraó que mandou busca-lo “rapidinho”. (GEN. 39:40; 41:1 a 14)

José se arrumou e foi falar com o rei e ele contou o sonho a José. A explicação era que o Egito iria ter sete anos de fartura e depois sete anos de fome. José disse também que nos anos de fartura, seria bom que guardasse os mantimentos para os anos de  fome. Isto agradou o faraó e ele tirou o seu anel e deu a José e o colocou como autoridade no Egito. (GEN. 41:14 a 42)

José agora é muito importante, além do anel ele usava um colar de ouro e roupas de linho, os setes ano de fome chegaram e só no Egito havia alimentos. Jacó, pai de José, mandou seus filhos ao Egito para comprar alimento, e era José que vendia os mantimentos, porque era governador. Seus irmãos se curvaram diante dele. José os conheceu e lembrou-se do seu primeiro sonho. Eles não o reconheceram. (GEN. 41:42 a 57 e 42:1 a 8)

José demorou em dar os mantimentos a eles, e os acusou de serem espiões no Egito, eles negavam e diziam que eram doze irmãos filhos de um mesmo pai, o mais novo estava com o pai e o outro já havia morrido. Depois de algum tempo José os deixou ir, encheu o saco de cereais e ainda devolveu o dinheiro de cada um. Simeão ficou preso no Egito e só seria libertado quando os outros irmãos retornassem trazendo Benjamin, irmão mais novo. (GEN. 42:10 a 35)

Os irmãos de José voltaram ao Egito para comprar mais alimentos e levaram Benjamin. José se alegrou e preparou um almoço para eles. Quando partiram levaram muito cereal e por ordem de José foi colocado um copo de prata na bagagem de Benjamin. O mordomo os alcançou e eles tiveram de voltar na presença de José. Desta vez José não conseguiu esconder quem ele era, revelou-se dizendo que era o irmão que eles tinham vendido, os irmãos tiveram medo, mas José os acalmou e pediu para que trouxesse e depois de beijar os irmãos abraçou Benjamin e chorou. (GEN. 43; 44 e 45:1 a 15)

Os irmãos de José voltaram para casa de seu pai e contaram para Jacó tudo o que havia acontecido e disseram que José o filho querido estava vivo e era um homem importante no Egito e queria que todos fossem morar com ele. Jacó se alegrou e foi para o Egito levando tudo que era seu toda sua família foi morar na cidade de Gósen, e quando José encontrou com o seu pai, o abraçou e chorou. (GEN. 45:16 a 28; 46:1 a 6 e 28 a 30)


Colaboração de: Thiago Oliveira de Castro


Ilustracoes:  http://vilma-ensinarbrincando.blogspot.de/

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Resistir - Curso Fé c/ R.R. Soares


Lição 7

Resistir

Apesar de Satanás ter sido derrotado pelo Senhor Jesus, e a sua derrota ter sido lançada à nossa conta, ele ainda tem condições de oprimir o ser humano, mesmo que este tenha nascido de novo.

É certo que quem aceita Jesus como Salvador recebe o poder de se tornar filho de Deus e passa a ter direitos e privilégios em Cristo. Mas, enquanto estivermos aqui neste mundo, ainda seremos suscetíveis às tentações do maligno.

Deve, porém, ficar bem claro que o diabo não pode a seu bel-prazer investir contra qualquer dos filhos de Deus e oprimi-los. Ele pode tentar, e se o cristão não lhe resistir, ele, então, terá condições de prosseguir sua obra.

É preciso que se diga que existem limitações às operações do inimigo. Há como uma escala a ser percorrida para que ele consuma a sua obra. A Bíblia nos adverte de que a maldição sem causa não se cumpre.

Resistir ao diabo é um mandamento. Compete a todo filho de Deus barrar-lhe a ação, exigir a sua saída e proibi-lo de lhe tentar. Foi assim que o Senhor Jesus fez com o diabo, lá no deserto.

No plano do Senhor não há imperfeições. Se Ele nos informa que compete a nós resistir ao diabo, podemos estar certos de que a arma de tal resistência nos foi dada. Ela é a Palavra de Deus.

Quando resistir? Toda vez que o inimigo vier nos atacar.

Oro para que você a partir de hoje não dê ao maligno a mínima chance de oprimi-lo. Seja, em Cristo, mais que vencedor.

NEle,
R.R. Soares

Dica: passe o mouse sobre os links laranjas para ler as Passagens Bíblicas!
O ministério pessoal do Senhor Jesus se dividia em três fases distintas: ensinamento, pregação e manifestação do poder de Deus.

Examinando os relatos bíblicos, vemos que a parte de ensinamentos era a mais usada pelo Senhor. Pode-se perguntar se não reside aqui a diferença entre o nosso ministério e o do Senhor? Ou o que explica os resultados que Ele obtinha? Não disse Ele que os que nEle cressem fariam as mesmas obras que Ele fazia e outras maiores ainda fariam?

Quando o Senhor Jesus começava a ensinar, o povo se maravilhava. Nas Suas reuniões todos os tipos de milagres e de transformações ocorriam, pelo simples fato de o Senhor abrir as Escrituras e mostrar a Verdade ao povo. Hoje, em qualquer lugar em que alguém consegue abrir os olhos do povo para o que a Bíblia fala, também ocorre uma avalanche de milagres.


RESTRIÇÕES ÀS ATIVIDADES DO DIABO

Apesar de sabermos que o diabo está mais do que nunca realizando a sua obra de destruir a humanidade, temos que ter o cuidado para não exagerar creditando a ele uma capacidade maior do que, na verdade, possui. É preciso que se saiba que existem restrições às suas operações. Ele não pode sair por aí destruindo a quem quiser. A Bíblia diz que naquele que é nascido de novo ele não pode tocar:

Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca (1 Jo 5.18).

Antes do Senhor Jesus ter derrotado o diabo, o inimigo agia aqui no mundo como se fosse o dono do nosso planeta. Mas, com a morte de Cristo, o diabo perdeu o domínio sobre a raça humana, e foi expulso desta terra:

Agora é o juízo deste mundo: agora será expulso o príncipe deste mundo (Jo 12.31).

Até mesmo antes da vinda de Jesus, quando, ainda, o diabo agia como príncipe deste mundo, ele tinha que obter permissão para atacar o povo de Deus, como por exemplo:

I - O caso de Jó: E vindo um dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também Satanás entre eles... E disse o Senhor a Satanás: Eis que tudo quanto tem está na tua mão, somente contra ele não estendas a tua mão. E Satanás saiu da presença do Senhor (Jó 1.6,12).

II - Na tentação sofrida pelo Senhor no deserto. O próprio Espírito de Deus levou o Mestre àquele lugar para que fosse tentado pelo diabo: Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo (Mt 4.1).

Ill - Chegando a hora da Sua crucificação, o Senhor Jesus informou a Pedro que o diabo havia feito um pedido para o cirandar (passar pela ciranda, peneirar):

Disse também o Senhor: Simão, Simão, eis que Satanás vos pediu para vos cirandar como trigo. Mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; e tu, quando te converteres, confirma teus irmãos (Lc 22.31-32).

Todos esses casos ocorreram antes de o diabo ter sido despojado do seu poder. Hoje, em hipótese alguma, ele terá condições de nos oprimir, a menos que o nosso Deus o permita. Quanto a tirar-nos das mãos de Jesus, jamais conseguirá:

E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão. Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las da mão de meu Pai (Jo 10.28,29).

Não devemos temer, diante de qualquer tentação que o diabo venha a nos trazer, nem sequer ficar desesperados; mas resistir, firmes na fé, usando o Nome de Jesus:

Ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo (1 Pé 5.9).

Quanto à razão de o Senhor nos fazer passar por várias tentações, podemos estar certos de que Ele o faz para o nosso próprio bem. E, ao invés de nos chatearmos com elas, devemos nos encorajar no Senhor, pois Ele é fiel e não permitirá que sejamos tentados além das nossas forças:

Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que vos não deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar (1 Co 10.13).


RESISTIR - UM MANDAMENTO

Não importa como e onde o inimigo esteja nos tentando, a Palavra de Deus nos manda resistir:

A ordem dada em Tiago 4.7 é clara: ...Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Por esta ordem vemos que somos os responsáveis pelo sucesso ou pela derrota de nossa vida. Se resistirmos ele não somente irá embora, ele fugirá.

É oportuno lembrar que temos que resistir a todo e qualquer ataque do inimigo. Não basta resistir só aos grandes ataques, pois muitas vezes o problema começa bem pequeno e, se não for destruíste, causa um grande estrago.

...As raposinhas que fazem mal às vinhas (Ct 2.15).

Outro fato que não devemos nunca esquecer é que o diabo não deixa de nos tentar por sermos de Jesus. Apesar de saber que somos território divino, ele continua lutando para roubar, matar e destruir as nossas vidas. Enquanto não assumirmos a nossa posição de vencedores em Cristo, ele continuará tentando nos destruir.

Resistir ao diabo é simples. Basta que a todo ataque, quer seja sintoma de doença, pensamento negativo, desejo de cometer algum pecado - tudo isto são tentações -, você destemidamente não aceite, e repreenda o mal, exigindo que ele cesse de lhe perturbar e saia de sua vida.


RESISTIR COM O QUÊ?

Não há melhor exemplo de como se deve resistir ao diabo do que aquele dado pelo Senhor, lá no deserto, quando o diabo O tentou; o relato completo se encontra em Mateus cap. 4.1-11.

l - O diabo se aproximou de Jesus e disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães.

O Senhor respondeu, dizendo: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.

II- O diabo levou Jesus até a cidade santa, colocou-o no pináculo do templo, e disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te daqui abaixo; porque está escrito: Aos seus anjos dará ordens a teu respeito, e tomar-te-ão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra.

O Senhor volta a responder, dizendo: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus.

Ill - Levou-o ainda o diabo a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles, e disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Got questions - O que a Bíblia diz sobre a ira?

Pergunta: "O que a Bíblia diz sobre a ira?"

Resposta: 
Lidar com a ira é um tópico muito importante. Um conselheiro experiente disse que 50% das pessoas que vieram ao seu consultório para aconselhamento tinham problemas com ira. Ela pode destruir a comunicação e acabar com relacionamentos, além de arruinar a alegria e saúde de muitos. É muito comum que pessoas tentem justificar sua ira, ao invés de aceitar a responsabilidade por seu comportamento. Há um tipo de ira que a Bíblia chama de indignação justa, mas ela não deve ser confundida com a ira da qual estamos falando aqui. 

Em primeiro lugar, ira nem sempre é um pecado. Deus é raivoso (Salmo 7:11; Marcos 3:5), e os crentes são comandados a se irarem (Efésios 4:26). Duas palavras gregas são usadas no Novo Testamento para a nossa palavra “ira”. Uma (orge) significa “paixão, energia”; a outra (thumos) significa “agitado, fervendo”. O dicionário Webster define a ira como “emoção excessiva, paixão despertada por um sentimento de injustiça ou erro”; essa injustiça pode ter sido contra nós ou outra pessoa. Biblicamente falando, a ira é uma energia dada por Deus para nos ajudar a resolver problemas. Exemplos de ira bíblica incluem Paulo confrontando Pedro por causa de seu mau exemplo em Gálatas 2:11-14, Davi estando chateado ao escutar o profeta Natã narrando sua injustiça (2 Samuel 12) e Jesus ficando irado pela forma em que alguns judeus tinham defamado o louvor no templo de Deus em Jerusalém (João 2:13-18). Note que nenhum desses exemplos de ira envolveram auto-defesa, mas defesa de outras pessoas ou de um princípio.

No entanto, a ira se torna um pecado quando é causada por motivos egoístas (Tiago 1:20), quando o objetivo de Deus é destorcido (1 Coríntios 10:31), ou quando a ira permanece por muito tempo (Efésios 4:26-27). Ao invés de usar a energia gerada pela ira para atacar o problema em mão, a pessoa é que acaba sendo atacada. Efésios 4:15, 19 diz que devemos falar a verdade em amor e crescer em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, e não permitir com que palavras insensíveis ou destrutivas saiam de nossas bocas. Infelizmente, esse falar venenoso é uma característica comum do homem pecador (Romanos 3:13-14). A ira se torna um pecado quando permitimos com que transborde sem limites, resultando em um cenário no qual todos presentes se machucam (Provérbios 29:11), devastando tudo e todos, com consequências irreparáveis. A ira também se torna um pecado quando o que está irado se recusa a se acalmar, e acaba guardando rancor ou mágoas dentro de si (Efésios 4:26-27). Isso pode causar depressão e irritabilidade com qualquer coisinha, geralmente com coisas que não tinham nada a ver com o problema original. 

Podemos lidar com a ira de uma forma bíblica:
1) Ao reconhecer e admitir que nossa ira e a forma na qual lidamos com ela são egoístas (Provérbios 28:13; 1 João 1:9). Essa confissão deve ser a Deus e àqueles que se machucaram como resultado de nossa ira. Não devemos minimizar esse pecado e dizer que “as coisas esquentaram um pouco o outro dia” ou ao tentar transferir a culpa: “bem, se você não tivesse agido do jeito que agiu...”

2) Ao ver que Deus tem controle sobre tudo. Isso é de grande importância especialmente quando outras pessoas fizeram algo para nos ofender especificamente. Tiago 1:2-4; Romanos 8:28-29 e Gênesis 50:20 apontam ao fato de que Deus é soberano e em total controle sobre TODAS as cirscunstâncias e pessoas que cruzam nosso caminho. Nada acontece conosco que Ele não permite. E assim como todos esses versículos ensinam, Deus é um Deus BOM (Salmo 145:8,9,17) que faz coisas boas e usa todas as coisas em nossas vidas para o nosso bem e para o bem daqueles que estão ao nosso redor! Refletir nessa verdade até que penetre nossas cabeças e corações vai influenciar como reagimos com aqueles que nos machucaram muito. 

3) Ao dar espaço para a ira de Deus. Isso é especialmente importante em casos de injustiça, especialmente quando executados por homens “malignos” a pessoas “inocentes”. Gênesis 50:19 e Romanos 12:19 nos dizem que não devemos fazer o papel de Deus. Deus é correto e justo, e podemos confiar que Aquele que conhece tudo e vê tudo vai agir justamente (Gênesis 18:25). 

4) Ao não retornar mal ao invés do bem (Gênesis 50:21; Romanos 12:21). Isso é de grande importância para converter nossa ira em amor. Assim como as nossas ações se originam em nossos corações, assim também nossos corações podem ser alterados por nossas ações (Mateus 5:43-48). Isso quer dizer que podemos mudar nossos sentimentos em relação a uma pessoa ao mudar como escolhemos agir ao redor dessa pessoa. 

5) Ao escolher se comunicar bem para resolver o problema. Há quatro regras básicas para comunicação, de acordo com Efésios 4:15,25-32:

a) Seja honesto no seu falar (Efésios 4:15,25). As pessoas não podem ler nossas mentes. Fale a verdade EM AMOR. 

b) Não acumule (Efésios 4:26-27). Não devemos permitir que o que está nos incomodando acumule até que finalmente perdemos o controle. Compartilhar e lidar com o que está nos incomodando antes de chegar a esse ponto é muito importante. 

c) Ataque o problema, não a pessoa (Efésios 4:29,31). Devemos manter o volume de nossa voz baixo (Provérios 15:1). Gritaria é geralmente considerada uma forma de ataque. 

d) Aja, não reaja (Efésios 4:31-32). Por causa de nossa natureza pecaminosa, nosso primeiro impulso é geralmente pecaminoso (verso 31). O tempo que passamos “contando até dez” deve ser usado para refletir em uma resposta que agrada a Deus (verso 32) e para nos lembrar que a ira deve ser usada para resolver problemas, não para criar outros problemas maiores. 

6) Em último lugar, devemos fazer a nossa parte para resolver o problema (Atos 12:18). Não podemos controlar como outras pessoas vão responder, mas podemos cuidar do que deve ser mudado da nossa parte. Superar um temperamento explosivo não vai acontecer da noite para o dia. No entanto, através de orações, estudos Bíblicos e dependência do Espírito Santo de Deus, podemos ter vitória. Assim como talvez nós deixamos com que a ira fizesse parte de nossas vidas através de prática habitual, também precisamos praticar responder da forma correta até que se torne um novo hábito que substitui os velhos hábitos. Leia a seguir alguns versículos do livro de Provérbios que lidam com o tópico da ira:

6:34 - ... porque o ciúme enfurece ao marido, que de maneira nenhuma poupará no dia da vingança.
14:17 - Quem facilmente se ira fará doidices; mas o homem discreto é paciente.
14:29 - Quem é tardio em irar-se é grande em entendimento; mas o que é de ânimo precipitado exalta a loucura.
15:1 - A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.
15:18 - O homem iracundo suscita contendas; mas o longânimo apazigua a luta.
16:32 - Melhor é o longânimo do que o valente; e o que domina o seu espírito do que o que toma uma cidade.
19:11 - A discrição do homem fá-lo tardio em irar-se; e sua glória está em esquecer ofensas.
19:19 - Homem de grande ira tem de sofrer o castigo; porque se o livrares, terás de o fazer de novo.
22:24,25 - Não faças amizade com o iracundo; nem andes com o homem colérico; para que não aprendas as suas veredas, e tomes um laço para a tua alma.
27:4 - Cruel é o furor, e impetuosa é a ira; mas quem pode resistir à inveja?
29:8 - Os escarnecedores abrasam a cidade; mas os sábios desviam a ira.
29:22 - O homem iracundo levanta contendas, e o furioso multiplica as transgressões.


terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Jesus o Exemplo que devemos seguir





JESUS VIVIA EM ATITUDE DE SERVIÇO E NÃO DE DOMÍNIO 
 - permanentemente “a caminho”, desinstalado, ao encontro de… (Lc 8, 1) 
 - Lázaro morreu; Jesus põe-se a caminho… (Jo 11, 11) 
 - a filha de Jairo está doente; Jesus põe-se a caminho… (Lc 8, 50-51) 
 - o filho da viúva está doente; Jesus põe-se a caminho… (Lc 7, 11-15) 
 - o cego de Betsaida que lhe pedia para ser curado; Jesus pegou-o pela mão e caminhou com ele 
para fora da cidade… (Mc 8, 22-26) 
 - Jesus lava os pés aos seus discípulos… (Jo 13, 1-17) 
 - “Eu vim para servir e não para ser servido!” (Mt 20, 28) 
 - “Dando-se conta de que viriam buscá-lo para o fazerem rei, Jesus fugiu, sozinho, para o monte!” 
(Jo 6, 15) 
   
Jesus revela um Deus ao nosso dispor, Vida para nós. 
 Se Deus é a Perfeição do Amor, Deus é a perfeição do Serviço e da Disponibilidade! Presente, 
atento e disponível a habitar-nos e a conduzir-nos ao melhor de nós próprios.  
UM DEUS AO NOSSO SERVIÇO!  
Permanentemente “a caminho” até nós, em nós, e connosco. Permanentemente “à nossa procura” e 
ao dispor do nosso melhor. Permanentemente atento e ao serviço da nossa optimização. 
Deus quer ser o nosso Senhor. A questão fundamental é entender que O SENHORIO DE DEUS 
NÃO É UMA QUESTÃO DE DOMÍNIO MAS DE LIBERDADE DE ACÇÃO. Deus torna-se o Senhor da nossa 
vida na medida em que lhe damos espaço interior para agir em nós. E Ele age em nosso próprio favor! Um 
Deus ao nosso serviço… Um senhorio que não nos domina mas nos optimiza interiormente, conduzindo 
pela mão a nossa construção pessoal até horizontes que apenas por nós mesmos não poderíamos 
alcançar.  
É nesta certeza do Amor de Deus que dizemos tantas vezes com Jesus “seja feita a Tua Vontade”, 
porque a Vontade de Deus a nossa respeito coincide exactamente com o melhor para nós! 
Estar ao serviço deste Deus que não domina, deixar-se servir por Ele, deixar que Ele se sirva de 
nós para servir outros… eis o melhor que nos pode acontecer! 
 Temos que redescobrir a beleza do Hino do Amor do Apóstolo Paulo. Porque muitas vezes dizemos 
de Deus coisas que não podem ser ditas do Amor! O que não puder ser dito do Amor, não pode ser dito de 
Deus, porque Deus é Amor e não é senão Amor! 
Jovens Redentoristas Portugal
1/3 Fonte: http://www.jovensredentoristas.com
^



imagens fonte: Dream of Life